CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2013 FASE 2






GRUPO IV

A Figura 3 representa parte da rede Eurovelo, gerida pela Federação Europeia de Ciclistas, que está a ser desenvolvida em vários países por um amplo leque de parceiros. O cicloturismo enquadra-se na atual política da UE sobre turismo sustentável, enfrentando, no entanto, vários obstáculos, como, por exemplo, a falta de interfaces.




1. O recurso à intermodalidade com o modo de transporte marítimo, de acordo com a Figura 3, não é necessário nos percursos
(A) 2, 3, 5 e 8. 
(B) 4, 5, 7 e 8. 
(C) 2, 3, 6 e 9. 
(D) 4, 6, 7 e 9.


2. O troço do percurso em território nacional, representado na Figura 3, tem uma extensão que varia entre
(A) 100 e 150 km. 
(B) 150 e 200 km. 
(C) 200 e 250 km. 
(D) 250 e 300 km.


3. A construção de interfaces no sistema de transportes apresenta vantagens, das quais se destacam
(A) o aumento do conforto dos passageiros e o encurtamento do tempo de viagem. 
(B) a descida do preço do solo na proximidade das estações e a maior facilidade de transbordo. 
(C) a redução do custo das viagens e a intensificação do tráfego rodoviário na cidade. 
(D) a melhoria da segurança dos passageiros e o incremento das migrações pendulares.


4. A diminuição do tráfego rodoviário em algumas cidades europeias tem vindo a ser assegurada pela implementação de medidas como, por exemplo,
(A) a construção de vias pedonais e a comparticipação do Estado na aquisição de veículos elétricos. 
(B) a proibição da circulação de automóveis nos centros históricos e a construção de parques de estacionamento nas áreas centrais. 
(C) a generalização do uso de veículos elétricos e a redução do preço dos combustíveis vendidos no interior das cidades. 
(D) a expansão da rede de ciclovias e o aumento da oferta de transportes públicos de melhor qualidade.


5. A política de transportes da União Europeia visa, entre outros aspetos,
(A) aumentar o número de ligações aéreas entre as capitais europeias e reduzir o congestionamento da rede rodoviária. 
(B) diminuir os índices de sinistralidade do transporte rodoviário e baixar os níveis de poluição atmosférica. 
(C) expandir a rede de transporte ferroviário e diminuir a contentorização no transporte marítimo. 
(D) reduzir a quantidade de mercadorias transportadas por modo ferroviário e criar um sistema único de tarifas.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2013 FASE 2






GRUPO III

Os dados do Quadro 1 mostram a composição da SAU, de Portugal continental e das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, em 2009.




1. A maior parte da SAU, em Portugal, em 2009, de acordo com o Quadro 1, está ocupada por
(A) pastagens permanentes e culturas permanentes. 
(B) culturas permanentes e pousio. 
(C) pastagens permanentes e culturas temporárias. 
(D) culturas temporárias e pousio.


2. O pousio é uma prática agrícola utilizada, sobretudo, nas regiões agrárias portuguesas onde
(A) os solos são férteis, os verões são amenos e se pratica a rotação de culturas. 
(B) os solos são pobres, os verões são secos e predomina o sistema de monocultura. 
(C) os solos são profundos, os verões são curtos e se recorre ao afolhamento trienal. 
(D) os solos são delgados, os verões são prolongados e domina o sistema de policultura.


3. Na Região Autónoma da Madeira, cerca de metade da SAU está ocupada por culturas permanentes, como se pode observar no Quadro 1, das quais se destacam
(A) as bananeiras e o chá. 
(B) a vinha e as flores. 
(C) as flores e o chá. 
(D) a vinha e as bananeiras.


4. O predomínio das pastagens permanentes na SAU da Região Autónoma dos Açores explica-se, fundamentalmente, pela
(A) relevância das indústrias de transformação de carne na economia da região. 
(B) forte humidade associada ao clima temperado marítimo. 
(C) elevada fertilidade que apresentam os solos de origem vulcânica. 
(D) necessidade de atingir as quotas de leite atribuídas a Portugal.


5. A dinamização da agricultura de mercado em Portugal passa pela implementação de medidas que visem
(A) promover o emparcelamento e contratar um maior número de assalariados agrícolas. 
(B) aumentar a fragmentação das explorações e melhorar os circuitos comerciais. 
(C) reduzir o custo dos fatores de produção e fomentar o associativismo dos agricultores. 
(D) limitar as exportações de produtos agrícolas e investir no modo de produção integrado.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS HÍDRICOS | EXAME 2013 FASE 2






GRUPO II

A Figura 2 representa a carta sinóptica do dia 17 de julho de 2012




1. O estado do tempo corresponde
(A) ao conjunto dos fenómenos atmosféricos que caracterizam o estado médio da atmosfera, durante o ano. 
(B) às condições atmosféricas que se registam num determinado momento e num território específico. 
(C) às condições atmosféricas que se repetem com maior frequência num determinado local, ao longo de vários anos. 
(D) ao conjunto dos fenómenos atmosféricos que se manifestam ao longo do ano num território limitado.


2. O estado do tempo em Portugal continental no dia 17 de julho de 2012, de acordo com a Figura 2, foi influenciado
(A) pelo anticiclone dos Açores, que se estendia em crista até à Europa Central. 
(B) por um anticiclone de origem térmica formado no centro da Europa. 
(C) por um centro de baixas pressões de origem térmica formado no interior da Península Ibérica. 
(D) pela perturbação da frente polar localizada a noroeste de Portugal continental.


3. Num centro de pressão como o que afetava Portugal no dia 17 de julho de 2012, a circulação do ar é
(A) convergente e ascendente. 
(B) convergente e descendente. 
(C) ascendente e divergente. 
(D) descendente e divergente.


4. Qual dos esquemas seguintes representa o corte vertical da atmosfera segundo o segmento XY, assinalado na Figura 2?




5. Os nevoeiros matinais na costa ocidental portuguesa a norte do cabo da Roca, que ocorrem com alguma frequência no verão, explicam-se pelo
(A) arrefecimento do ar marítimo em contacto com as águas frias oceânicas, o que provoca a condensação do vapor de água. 
(B) aquecimento do ar continental que, ao favorecer uma elevada evaporação, aumenta a humidade absoluta. 
(C) arrefecimento do ar continental durante o período noturno, o que provoca a condensação do vapor de água. 
(D) aquecimento da massa de ar marítimo que, ao deslocar-se sobre o continente, aumenta a humidade relativa.

TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO VI

O gráfico da Figura 6 mostra a evolução das exportações portuguesas por modo de transporte, no período de 1980 a 2007.




1. Refira, a partir dos dados do gráfico da Figura 6, o volume aproximado das exportações portuguesas nos anos de 1980 e de 2007.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Justifique a alteração que se verificou na utilização dos dois principais modos de transporte, a partir do final da década de 90 do século XX, evidenciada na Figura 6.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


3. Refira duas das razões que explicam a reduzida quantidade de mercadorias exportadas por modo de transporte aéreo.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


4. Explique os efeitos que o investimento realizado por Portugal em infraestruturas de transporte nas últimas décadas teve:
• na coesão territorial do país; 
• as características socioprofissionais dos jovens produtores agrícolas.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2013 FASE 2






GRUPO I

As Figuras 1A e 1B representam, respetivamente, a estrutura etária da população portuguesa em 2010 e a projeção da estrutura etária para 2030.




1. A análise comparativa das pirâmides etárias de 2010 e de 2030 permite concluir que
(A) a taxa de mortalidade infantil vai aumentar, porque o número de indivíduos dos 0 aos 4 anos diminui. 
(B) a taxa de emigração vai aumentar, porque o número de indivíduos em idade ativa diminui. 
(C) o índice de dependência de idosos vai aumentar, porque a relação entre os indivíduos com 65 e mais anos e os indivíduos dos 0 aos 14 anos aumenta. 
(D) o índice de envelhecimento vai aumentar, porque a relação entre os indivíduos com 65 e mais anos e os indivíduos dos 0 aos 14 anos aumenta.


2. Os indivíduos que, em 2030, farão parte da classe com maior número de efetivos tinham, em 2010,
(A) 5-9 anos. 
(B) 25-29 anos. 
(C) 30-34 anos. 
(D) 35-39 anos.


3. A elaboração de projeções nacionais para o comportamento demográfico permite
(A) fundamentar as decisões sobre o tipo de políticas demográficas a adotar. 
(B) corrigir as assimetrias regionais na distribuição da população portuguesa. 
(C) inverter, a curto prazo, as tendências demográficas negativas para o país. 
(D) prever a dimensão dos fluxos migratórios nas próximas décadas.


4. A afirmação «foi entre 1981 e 1985 que, de acordo com a informação da Figura 1A, se registou a inflexão no comportamento da natalidade» é
(A) verdadeira, porque o número de indivíduos que nasceram neste período diminuiu relativamente ao número dos que nasceram entre 1976 e 1980. 
(B) verdadeira, porque entre 1981 e 1985 houve um forte fluxo migratório para os países do continente europeu, o que levou à redução da taxa de natalidade. 
(C) falsa, porque as alterações na natalidade, em Portugal, têm ocorrido muito lentamente, não sendo
visíveis numa pirâmide. 
(D) falsa, porque a partir de uma pirâmide de idades não é possível tirar conclusões sobre o comportamento da natalidade ao longo do tempo.


5. A confirmarem-se as projeções demográficas elaboradas para 2030, Portugal vai necessitar de
(A) construir mais escolas do ensino básico e do ensino secundário. 
(B) proceder ao encerramento de hospitais nas áreas urbanas. 
(C) investir em serviços de medicina geriátrica e de cuidados paliativos. 
(D) alargar a rede de centros de atividades de tempos livres para crianças.

TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO V

Na Europa, o número de nascimentos diminuiu significativamente nas últimas décadas do século XX. A Figura 5 representa o índice sintético de fecundidade, em 2008, nos países da União Europeia.




1. Identifique, a partir da análise da Figura 5, dois dos países da União Europeia que apresentam um índice sintético de fecundidade igual ou superior a 1,55 e cujo território se encontra integralmente a leste do meridiano 10º E.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



2. Apresente duas das razões que explicam a quebra do índice sintético de fecundidade associada à entrada das mulheres no mercado de trabalho.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



3. Justifique o facto de a informação do mapa da Figura 5 nos permitir afirmar que a generalidade dos países da União Europeia não assegura a renovação das gerações.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



4. Explique as preocupações dos governos dos países da União Europeia com o envelhecimento da população, considerando:
• o impacte socioeconómico deste envelhecimento;
• as medidas a tomar para inverter essa tendência.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _

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TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO IV

O número de cidades em Portugal, que em 1982 ascendia a 47, aumentou significativamente nas
três últimas décadas, desde que a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, veio estabelecer os parâmetros para a elevação de um aglomerado populacional a cidade. Mas, ao mesmo tempo que se assiste a uma autêntica corrida pela elevação a cidade, há vilas que recusam o título. São poucas, mas parecem irredutíveis na sua decisão.


Fonte: jornal Público, 10 de janeiro de 2010 (adaptado)




1. Depois de 1981, foram elevadas a cidade localidades na ilha da Madeira e nas ilhas de
(A) Porto Santo, São Jorge e Santa Maria. 
(B) Porto Santo, Terceira e São Miguel. 
(C) Graciosa, São Jorge e Porto Santo. 
(D) São Miguel, Graciosa e Porto Santo.


2. O maior número de localidades portuguesas elevadas à categoria de cidade a partir de 1981, de acordo com a Figura 4, verificou-se nos distritos
(A) de Aveiro e do Porto. 
(B) de Aveiro e de Faro. 
(C) de Lisboa e do Porto. 
(D) de Faro e de Lisboa.


3. Em Portugal, de acordo com a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, para que uma vila possa ser elevada a cidade é necessário que, cumulativamente, disponha
(A) de mais de 5000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de equipamentos de saúde de nível hierárquico superior. 
(B) de mais de 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, metade de um conjunto de equipamentos coletivos pré-definido. 
(C) de mais de 5000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de um património cultural e arquitetónico relevante. 
(D) de mais de 8000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, um estabelecimento de ensino superior.


4. A afirmação «a rede urbana portuguesa tornou-se mais equilibrada com a elevação de um grande número de vilas à categoria de cidade» é
(A) verdadeira, porque o aumento do número de cidades com funções hierárquicas superiores levou à redução do respetivo raio de influência. 
(B) falsa, porque o aumento do número de cidades médias conduziu a uma distribuição mais homogénea da população. 
(C) verdadeira, porque a maioria das novas cidades localiza-se na proximidade das duas grandes metrópoles, o que reforçou a posição hierárquica destas. 
(D) falsa, porque grande parte das novas cidades não tem dimensão demográfica e funcional que dinamize uma grande área de influência.


5. As cidades devem assumir-se como centros de dinamização dos espaços rurais envolventes através, por exemplo,
(A) da desconcentração dos serviços administrativos e da valorização de recursos exógenos. 
(B) da absorção da mão de obra agrícola e da valorização ambiental do espaço rural. 
(C) da construção de habitações de arquitetura tradicional e do êxodo da população agrícola. 
(D) da fixação de serviços de apoio às atividades rurais e da divulgação de produtos regionais.

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CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2013 FASE 1





GRUPO VI

O mapa da Figura 6 representa a ocupação predominante da SAU, em Portugal continental, em 2009, por região agrária.




1. Identifique as duas regiões agrárias de Portugal continental onde, de acordo com a Figura 6, predominam as culturas permanentes.






2. Apresente dois dos fatores, um natural e um humano, que explicam a predominância de culturas temporárias na faixa litoral a norte de Lisboa, conforme está representado na Figura 6.






3. Mencione duas das alterações na paisagem agrária do Alentejo decorrentes da construção da barragem do Alqueva.






4. Explique o aumento da competitividade que se tem registado em alguns sectores da agricultura portuguesa, como o da vinha, o do olival e o da horticultura, tendo em conta os tópicos de referência seguintes:
• a redução dos efeitos dos condicionalismos naturais; 
• as características socioprofissionais dos jovens produtores agrícolas.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos



CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2013 FASE 1





GRUPO V

O mapa da Figura 5 representa a distribuição da densidade populacional em países da Europa, em 2010, por NUTS III.




1. Mencione, a partir da análise da Figura 5, duas das características da distribuição da população em Portugal continental.







2. Apresente uma vantagem e uma desvantagem da representação da densidade populacional à escala das NUTS III (Figura 5), relativamente à representação à escala das NUTS I.






3. Refira duas das características naturais que influenciam os valores mais baixos da densidade populacional observados no mapa da Figura 5.
Uma das características deve referir-se à Península Ibérica e a outra à Península da Escandinávia.







4. Explique de que forma as desigualdades na distribuição da população, evidenciadas no mapa da Figura 5, se relacionam com:
• as assimetrias de desenvolvimento socioeconómico do território europeu;
• a sustentabilidade dos recursos naturais.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.

TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO III

A Figura 3 representa a distribuição, em Portugal, do número de explorações agrícolas e da SAU, por classes de SAU, em 1999 e 2009. As percentagens correspondem ao peso de cada classe de SAU no total nacional, em cada ano.




1. A estrutura fundiária portuguesa, de acordo com os dados da Figura 3, caracteriza-se, quer em 1999, quer em 2009, por apresentar
(A) mais de 75% de explorações com dimensão inferior a 5 ha. 
(B) mais de 25% de explorações com dimensão entre 0 e 1 ha. 
(C) menos de 50% de explorações com dimensão entre 1 e 5 ha. 
(D) menos de 20% de explorações com dimensão igual ou superior a 5 ha.


2. O aumento, de 1999 a 2009, da dimensão média da SAU das explorações agrícolas com 50 e mais hectares verificou-se, sobretudo, nas regiões agrárias
(A) de Trás-os-Montes e da Beira Interior. 
(B) do Ribatejo e Oeste e do Alentejo. 
(C) do Ribatejo e Oeste e da Beira Interior. 
(D) de Trás-os-Montes e do Alentejo.


3. De entre as razões que explicam que Portugal tenha perdido cerca de 111 000 explorações agrícolas, entre 1999 e 2009, pode referir-se
(A) o incentivo à utilização da rotação de culturas, com recurso ao pousio. 
(B) o apoio ao modo de produção biológico através de fundos comunitários. 
(C) a obrigatoriedade da aplicação de set-aside nas explorações de maior dimensão. 
(D) a fraca competitividade do sector agrícola português face ao espanhol.


4. A agricultura portuguesa, além das deficiências estruturais que o gráfico da Figura 3 evidencia,
caracteriza‑se
(A) pela feminização do sector agrícola e pela elevada percentagem de mão de obra agrícola a tempo completo. 
(B) pela elevada qualificação profissional dos produtores agrícolas e pelo custo elevado dos fatores de produção. 
(C) pela predominância de mão de obra familiar e pelo envelhecimento dos produtores agrícolas. 
(D) pela reduzida dimensão económica das explorações e pelo elevado número de sociedades agrícolas.


5. A dinamização do sector agrícola português passa, entre outras medidas,
(A) pela redução do custo dos fatores de produção agrícola e pelo incentivo ao associativismo dos produtores. 
(B) pela utilização de organismos geneticamente modificados e pelo aumento do número de blocos por exploração. 
(C) pela limitação das exportações de produtos agrícolas e pelo aumento da qualificação dos agricultores. 
(D) pela diminuição do preço dos produtos no produtor e pelo aumento do controlo da qualidade dos produtos.

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TEMA RECURSOS HÍDRICOS E ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO II

O mapa da Figura 2 consta da versão para consulta pública do Plano das Bacias Hidrográficas das ribeiras do Oeste.




1. A maioria das ribeiras principais da região Oeste, representadas na Figura 2, tem orientações
(A) este-oeste e norte-sul. 
(B) este-oeste e sudeste-noroeste. 
(C) sudoeste-nordeste e sudeste-noroeste. 
(D) norte-sul e sudoeste-nordeste.


2. As maiores necessidades de água nas bacias hidrográficas das ribeiras do Oeste a norte de Peniche, segundo os dados da Figura 2, verificam-se em usos
(A) urbanos, dado que há um grande número de cidades de média dimensão. 
(B) agrícolas, devido ao grande investimento realizado no olival intensivo. 
(C) agrícolas, porque se regista uma elevada produção hortícola e frutícola. 
(D) urbanos, uma vez que predominam processos de urbanização difusa.


3. A agricultura e a criação de gado são atividades económicas que, em regiões como a do Oeste, afetam
(A) a qualidade das águas superficiais e subterrâneas, devido à elevada concentração de nitratos, de fosfatos e de substâncias orgânicas. 
(B) a qualidade das águas superficiais e subterrâneas, devido à salinização provocada pela invasão das águas do mar. 
(C) a quantidade de águas superficiais, uma vez que estas são desviadas para as explorações de agricultura extensiva. 
(D) a quantidade de águas subterrâneas, porque a retenção de água para fins agrícolas em mini-hídricas impede a infiltração.


4. A preservação da qualidade dos recursos hídricos passa, entre outras medidas,
(A) por limitar o consumo de água no verão e por utilizar produtos químicos de síntese na agricultura. 
(B) por limitar a área destinada a culturas de sequeiro e por aplicar multas pesadas aos agentes poluidores. 
(C) por construir Estações de Tratamento de Águas (ETA) e por promover transvases nos rios internacionais. 
(D) por construir Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e por privilegiar a agricultura biológica.


5. Os Planos de Bacia Hidrográfica são instrumentos de planeamento que têm como principais objetivos
(A) impor regras de ocupação, de uso e de transformação do solo nas bacias hidrográficas e contribuir para a satisfação das necessidades de água da população. 
(B) proteger as águas ao nível das bacias hidrográficas e contribuir para a valorização económica dos recursos hídricos existentes. 
(C) requalificar os recursos hídricos e interditar a descarga direta de efluentes nas albufeiras de águas públicas. 
(D) avaliar a disponibilidade e o estado das águas superficiais e subterrâneas e definir as normas para a elaboração da Diretiva Quadro da Água.

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TEMA RECURSOS HÍDRICOS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO I

Na Figura 1, estão representados os gráficos termopluviométricos de algumas estações meteorológicas, construídos a partir das normais climatológicas (1971-2000), que mostram as características climáticas de Portugal continental.




1. A posição relativamente ao oceano é, de acordo com a Figura 1, o principal fator explicativo da diferença nos valores da temperatura e da precipitação entre as estações meteorológicas
(A) de Sines e de Bragança. 
(B) de Braga e de Beja. 
(C) de Faro e de Coimbra. 
(D) de Coimbra e de Castelo Branco.


2. O número de meses secos registado nas estações meteorológicas a norte do rio Douro, representadas na Figura 1, deve-se, entre outras razões, à influência
(A) dos ventos quentes continentais, durante o verão. 
(B) do anticiclone dos Açores, durante grande parte do ano. 
(C) das perturbações da frente polar, ao longo do ano. 
(D) da nortada, durante o período de inverno.


3. O clima de Portugal continental, apesar da grande variabilidade regional, caracteriza-se, em geral, por apresentar
(A) verões quentes e secos e invernos suaves e chuvosos. 
(B) verões frescos e húmidos e invernos rigorosos e pouco chuvosos. 
(C) verões frescos e húmidos e invernos suaves e chuvosos. 
(D) verões quentes e secos e invernos rigorosos e pouco chuvosos.


4. Os fatores do clima que explicam a diversidade de comportamento dos elementos climáticos no território de Portugal continental são, entre outros,
(A) a nebulosidade e as correntes marítimas. 
(B) a latitude e o relevo. 
(C) a altitude e o vento. 
(D) a humidade relativa e a pressão atmosférica.


5. O armazenamento de água em barragens, além de ajudar a regularizar o caudal dos rios portugueses, garante a
(A) ausência de cheias a montante da barragem, em anos com elevados quantitativos de precipitação. 
(B) qualidade da água, ao eliminar os fatores responsáveis pela eutrofização. 
(C) diminuição da erosão dos solos a montante da barragem, em períodos de chuva torrencial. 
(D) disponibilidade de água nos meses secos para consumo doméstico e agrícola.

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CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2013 FASE 1





GRUPO IV

O mapa da Figura 4 representa a localização das plataformas logísticas multimodais, por tipologia, em Portugal continental.




1. As plataformas logísticas que, de acordo com a Figura 4, se encontram localizadas a leste do meridiano 8° W são as
(A) de Tunes e da Guarda. 
(B) de Chaves e da Guarda. 
(C) de Valença e de Tunes. 
(D) de Valença e de Chaves.


2. As plataformas logísticas caracterizam-se por possuírem
(A) terminais rodoferroviários e atividades produtivas intensivas em mão de obra. 
(B) centros de investigação científica e atividades de apoio às cadeias de abastecimento. 
(C) centros de controlo do tráfego nacional e serviços de apoio aos veículos. 
(D) terminais de diferentes modos de transporte e serviços de apoio às empresas.


3. A localização das plataformas logísticas urbanas do Poceirão e da Maia/Trofa explica-se, entre outros fatores, pela proximidade
(A) de grandes mercados consumidores e por se encontrarem no cruzamento de itinerários principais. 
(B) de grandes mercados abastecedores e por serem servidas por linhas de caminho de ferro da rede principal. 
(C) dos principais portos e por estarem instaladas em terrenos não propícios à prática da atividade agrícola. 
(D) dos principais aeroportos e por existirem nas suas imediações grandes parques industriais cuja produção se destina à exportação.


4. Os portos representados na Figura 4 com movimento de passageiros são
(A) o de Lisboa e o de Aveiro. 
(B) o de Leixões e o de Sines. 
(C) o de Lisboa e o de Leixões. 
(D) o de Aveiro e o de Sines.


5. A aposta na rede de plataformas logísticas, representada na Figura 4, tem como principais objetivos estratégicos
(A) revitalizar a economia regional e melhorar a acessibilidade ao interior do país. 
(B) captar investimento industrial espanhol e assegurar a coesão territorial ibérica. 
(C) dinamizar a economia do país e fomentar a intermodalidade de transportes. 
(D) expandir o hinterland dos portos nacionais e garantir a coesão territorial nacional.

CORRECÇÃO DO TEMA REDE URBANA | EXAME 2013 FASE 1





GRUPO III

A Figura 3 representa a localização das cidades intervencionadas pelo Programa Polis, em Portugal continental, e três exemplos que ilustram intervenções diferenciadas.




1. As capitais de distrito da região Norte que, no âmbito do Programa Polis, tiveram intervenções concluídas até 2009 são, de acordo com a Figura 3,
(A) Aveiro, Chaves e Bragança. 
(B) Chaves, Porto e Guimarães. 
(C) Aveiro, Guimarães e Vila Real. 
(D) Bragança, Porto e Vila Real.


2. As intervenções urbanas representadas na Figura 3 têm como objetivo principal melhorar
(A) a qualidade de vida urbana, através da implementação de novas funcionalidades, decorrentes da construção de centros comerciais e de pavilhões multiusos. 
(B) a qualidade de vida urbana, através de operações integradas que valorizem os recursos locais, naturais e culturais. 
(C) a paisagem urbana, através da construção de novas urbanizações e da dinamização de atividades económicas que fixem a população. 
(D) a paisagem urbana, através do desenvolvimento de uma rede mais complexa de infraestruturas de transporte rodoviário e ferroviário.


3. A rede urbana nacional caracteriza-se por ser
(A) equilibrada, porque as cidades estão hierarquizadas demográfica e funcionalmente. 
(B) equilibrada, porque as cidades de média dimensão apresentam uma distribuição espacial homogénea. 
(C) desequilibrada, porque há um número reduzido de cidades com influência regional. 
(D) desequilibrada, porque a localização da capital no litoral gera assimetrias na distribuição das cidades.


4. A consolidação do sistema urbano nacional passa, entre outras estratégias, por
(A) fomentar a complementaridade e as parcerias entre cidades, salvaguardando o respeito pela identidade local e regional de cada uma. 
(B) aumentar a competitividade entre cidades, apostando essencialmente na requalificação das áreas suburbanas. 
(C) melhorar a qualidade ambiental das cidades portuguesas, respeitando as orientações da Agenda 2000. 
(D) promover a circulação pedonal e a mobilidade urbana, respeitando os compromissos do Protocolo de Quioto.


5. A posição hierárquica das cidades europeias avalia-se através de indicadores como, por exemplo,
(A) o número de habitantes com rendimentos muito elevados e o número de equipas de futebol de 1.ª Liga. 
(B) a presença de sedes de multinacionais e o número de feiras e de exposições internacionais. 
(C) a presença de sedes de multinacionais e o número de equipas de futebol de 1.ª Liga. 
(D) o número de habitantes com rendimentos muito elevados e o número de feiras e de exposições internacionais.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS MARÍTIMOS | EXAME 2013 FASE 1





GRUPO II

As Figuras 2A e 2B representam duas formas de exploração dos recursos marinhos.




1. Os problemas associados às atividades económicas representadas nas Figuras 2A e 2B são, entre outros, respetivamente,
(A) a redução da biodiversidade oceânica e o aumento do preço unitário do produto. 
(B) a captura exclusiva de espécies selecionadas e o aumento do preço unitário do produto. 
(C) a redução da biodiversidade oceânica e o aumento da produção de efluentes. 
(D) a captura exclusiva de espécies selecionadas e o aumento da produção de efluentes.


2. A aquicultura contribui para a gestão racional dos recursos piscatórios, uma vez que
(A) permite a preservação dos stocks de espécies piscícolas em perigo de extinção. 
(B) garante o abastecimento dos mercados em espécies piscícolas de águas profundas. 
(C) assegura o cumprimento das quotas de pesca atribuídas a cada país. 
(D) impede a captura de espécies piscícolas por artes de pesca ilegais.


3. A afirmação «o sector das pescas apresenta uma importância estratégica para a Região Autónoma dos Açores» é
(A) falsa, porque a plataforma continental tem uma extensão reduzida e predomina a pesca costeira artesanal. 
(B) verdadeira, porque o sector incrementa o desenvolvimento da pesca turística e evita a extinção de espécies. 
(C) falsa, porque o tipo de costa não permite a existência de portos de abrigo e os barcos são de pequeno calado. 
(D) verdadeira, porque o sector contribui para o abastecimento alimentar da região e promove a criação de emprego.


4. O fenómeno do upwelling ao longo da costa ocidental portuguesa deve-se
(A) ao aquecimento das águas, o que facilita a prática de atividades de lazer associadas ao mar. 
(B) à ascensão das águas frias, o que contribui para o aumento dos recursos piscícolas. 
(C) ao arrefecimento das águas, o que ajuda a preservar a fauna e a flora da plataforma continental. 
(D) à subsidência de águas quentes, o que favorece o crescimento rápido de espécies marinhas.


5. Portugal propôs, nas Nações Unidas, o alargamento da área oceânica sob jurisdição nacional para além das 200 milhas náuticas, o que, a concretizar-se, permitirá
(A) aumentar a área de instalação de aerogeradores offshore. 
(B) garantir o controlo do tráfego marítimo em águas nacionais. 
(C) fomentar o comércio, por via marítima, entre Portugal e os países americanos. 
(D) explorar uma maior diversidade de recursos naturais do fundo do oceano.

CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO IV

Os dados do Quadro 1 mostram o movimento de navios, de mercadorias e de passageiros nos portos de Portugal continental, em 2010.




1. Os dois portos de Portugal continental que, em conjunto, recebem mais de 50% dos navios são, de acordo com o Quadro 1, os
(A) de Lisboa e de Setúbal. 
(B) de Leixões e de Sines. 
(C) de Sines e de Setúbal. 
(D) de Lisboa e de Leixões.


2. O porto de Sines é o porto nacional que recebe navios de maior calado, devido, principalmente, a
(A) estar localizado numa área de águas profundas. 
(B) dispor de elevada capacidade de armazenamento. 
(C) possuir modernos equipamentos de carga e descarga. 
(D) ter boa articulação com as redes rodoviária e ferroviária.


3. A afirmação «os portos como o de Lisboa e o de Leixões devem apostar na atração de navios de cruzeiro» é
(A) verdadeira, porque é uma forma de aumentar as receitas e de dinamizar o comércio e os serviços das áreas envolventes. 
(B) verdadeira, porque é uma forma de compensar a redução que se tem vindo a registar no transporte de mercadorias. 
(C) falsa, porque as frentes ribeirinhas não dispõem de espaço disponível suficiente para a construção de cais especializados. 
(D) falsa, porque as infraestruturas necessárias ao acolhimento de passageiros são demasiado dispendiosas.


4. O transporte marítimo em Portugal é o mais importante nas trocas comerciais, devido, sobretudo,
(A) ao cumprimento das regras impostas pela política de transportes da UE e às boas condições de abrigo da costa. 
(B) à elevada capacidade de carga deste modo de transporte e ao menor consumo de energia por unidade de carga transportada. 
(C) ao baixo nível de poluição atmosférica e à grande flexibilidade na alteração das rotas comerciais. 
(D) à menor probabilidade de ocorrência de acidentes e ao baixo custo das infraestruturas portuárias.


5. Os têxteis e o calçado portugueses são exportados, em grande parte, pelo porto de
(A) Sines, por ter grande especialização na exportação deste tipo de produtos. 
(B) Lisboa, por aí se localizarem os serviços de apoio à exportação. 
(C) Leixões, por ficar mais próximo das fábricas destes produtos
(D) Setúbal, por possuir boas ligações ferroviárias nacionais e internacionais.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS HÍDRICOS | EXAME 2013 FASE 1





GRUPO I

A Figura 1 representa a distribuição da precipitação anual média, em ano médio, no período de 1941/42 a 1990/91, na região hidrográfica do Norte, por isolinhas




1. Os valores mais elevados de precipitação, na área representada na Figura 1, ocorrem nas serras
(A) da Peneda, Amarela e do Gerês. 
(B) da Peneda, de Marvão e do Gerês. 
(C) do Marão, Amarela e de Montejunto. 
(D) do Marão, de Montejunto e de Marvão.


2. As linhas que unem pontos com a mesma precipitação designam-se por
(A) isótimas. 
(B) isotérmicas. 
(C) isoietas. 
(D) isócronas.


3. Qual dos esquemas corresponde à variação da precipitação ao longo do segmento XY, assinalado na Figura 1?




4. Os valores de precipitação registados no Noroeste do país explicam que, nesta região,
(A) as barragens tenham como principal finalidade o abastecimento público. 
(B) a recarga dos aquíferos seja facilitada pelo elevado escoamento superficial. 
(C) a variação do caudal dos rios ao longo do ano seja muito reduzida. 
(D) as disponibilidades hídricas sejam superiores às necessidades.


5. As diferenças de precipitação registadas entre o Noroeste e o Nordeste de Portugal continental, de acordo com a Figura 1, explicam-se pelo efeito do relevo, que
(A) dificulta a progressão das massas de ar marítimo para o interior. 
(B) provoca o aumento da precipitação nas vertentes orientadas a leste. 
(C) favorece a progressão do ar seco ibérico até próximo do litoral. 
(D) impede a progressão das perturbações da frente polar para leste.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO VI

A Figura 5 representa a evolução da população residente nos concelhos de Lisboa e do Porto e nas respetivas áreas metropolitanas, de 1900 a 2011.




1. Defina «área metropolitana».






2. Apresente duas das razões que explicam a evolução da população residente nos concelhos de Lisboa e do Porto, nos últimos trinta anos.






3. Indique, a partir dos dados da Figura 5, a percentagem aproximada da população residente no conjunto das duas áreas metropolitanas, no total da população do país, em 2011.






4. Explique os efeitos do crescimento demográfico das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto:
• na qualidade de vida das respetivas populações; 
• na ocupação do território de Portugal continental.