filmes de Geografia para usar nas aulas de Geografia


ORGANIZADO POR TEMAS:

Clima
Meio Natural
Riscos e Catástrofes Naturais
Mapas e Modos de Localização
População e Povoamento
Migrações
Atividades Económicas
Transportes e Comunicações
União Europeia
Organizações Formais e Informais





A RTP recuperou filmes das últimas décadas úteis para o estudo das paisagens, da população, das actividades económicas ou dos problemas ambientais para usarmos nas aulas de Geografia.

Nota:
Os materiais deste RTP GEOGRAFIA foram organizados de acordo com o Programa Nacional de Geografia para o 3º Ciclo anterior às actuais Metas Curriculares. Esta desactualização obriga os professores a ter algum cuidado. Sugiro usarem a ferramenta de «Pesquisa».

mapear o mundo político atual num trabalho de pesquisa com o sétimo ano











UM TRABALHO DE PESQUISA SOBRE A NORMA GEOGRÁFICA M.49  DA ONU
MAPEAMENTO DO MUNDO POLÍTICO DAS NAÇÕES UNIDAS NA ATUALIDADE

Do aluno Miguel ferreira do 7C na Escola Cunha Rivara em Arraiolos.

Para além das regras de como fazer um trabalho, os alunos precisam de situações reais.
Apesar das adversidades materiais e logísticas da sala de aula, e, de calendário, à última hora, os alunos dos sétimos anos conseguiram excelentes resultados - fica aqui a ilustração mais conseguida.
Irei usar este exemplo com as próximas turmas de sétimo ano. Um obrigado ao Miguel F.


onde chove agora mesmo?



PRESSÃO ATMOSFÉRICA; PRECIPITAÇÃO E SUA INTENSIDADE; VENTO E SUA DIRECÇÃO

como vai ser avaliado o trabalho de pesquisa do 2º período

O trabalho de pesquisa sobre a Norma M-49 da ONU - 11 mapas mudos para cartografar




LOCALIZAÇÃO DE PAÍSES E MACRO REGIÕES GEOGRÁFICAS

Para fazermos este trabalho de pesquisa foi entregue a cada aluno uma colecção de mapas mudos e a listagem oficial de países existentes na actualidade
O bjectivo é usarmos o Google Maps ou, na pior das hipóteses, o manual de geografia.

Os alunos devem localizar e legendar os países nos mapas mudos (e colorir as regiões geográficas com uma cor para cada região).

- - -

Podem baixar os documentos aqui:

2018 ANO-07 - REGIÕES E PAÍSES - mapas mudos
https://drive.google.com/file/d/1qOjLa0iWMMUUekphsC9oJfd1qBBMH8Pd/view?usp=sharing


REGIÕES GEOGRÁFICAS NO MUNDO (NORMA UN M.49) - 2018
https://drive.google.com/open?id=1pY-SCRBPGDY1_fjOtxBUqncM6v92cEnS

tempestade a caminho: o anticiclone dos Açores posicionado na península ibérica impedirá a chuva por pouco tempo



PRESSÃO ATMOSFÉRICA; VENTO E SUA DIRECÇÃO E INTENSIDADE







































Nota:
As 3 cartas sinópticas acima linkadas foram obtidas numa muito pluviosa semana da Primavera de 2018 (15-16/Abril de 2018)

como construir um gráfico termopluviométrico em papel milimétrico ?




O QUE É UM GRÁFICO TERMOPLUVIOMÉTRICO? - DEFINIÇÃO SIMPLES:

Um gráfico termopluviométrico representa a temperatura e a precipitação registadas num local, ao longo de um ano.
Cada clima tem um gráfico termopluviométrico típico.

LEGENDA:
Linha vermelha representa os valores da temperatura média mensal.
Barras azuis representam a precipitação acumulada (total) de cada mês.
Letras: cada letra é a inicial do nome de cada mês.


COMO CONSTRUIR O GRÁFICO?  

1) Usamos uma tabela estatística com valores de uma estação meteorológica: temperatura  T(ºC)  e precipitação P(mm).

2) Usamos um algoritmo (conjunto de instruções que dirá qual o tamanho e aspecto do gráfico). Nas fotos em baixo escolheu-se o seguinte algoritmo:

  • Meses: 0,5cm=1mês
  • T(ºC): 1cm=10ºC
  • P(mm): 1cm=20mm
    [nota: O valor de P é sempre o dobro de T]





Se 1 mês = 0,5cm; então 12 meses = 6 cm

Cada mês é identificado pela inicial do seu nome.
A letra deve estar centrada e não no extremo da barra que representa (porque o mês é uma área com 0,5cm de lado).





O eixo da Temperartura (TºC) fica à esquerda.
Se 10ºC = 1cm; então 5ºC = 0,5 cm


Marcam-se os 12 pontos vermelhos lidos na tabela (1 ponto vermelho representa a Temperatura média mensal de cada mês).
Unem-se os 12 pontos com uma linha vermelha.





 eixo da Precipitação (Pmm) fica à direita.
Se P é o do bro de T; então 20mm = 1 cm


Marcam-se os topos das 12 barras lidos na tabela (1 topo azul representa a Precipitação ocorrida em cada mês).
Pintam-se de azul as 12 barras.







Agradecimentos:
As imagens são trabalho da professora Susana Barreiros com os seus alunos que tem imensos documentos-resumos de geografia na sua conta no SlideShare.
O video é do professor Carlos Gomes que no seu canal também explica como fazer um destes gráficos em Excel.



PARA TREINAR O NOSSO TESTE DE GEOGRAFIA NO SÉTIMO ANO:   
OS DADOS PARA ARRAIOLOS E SUA ÁREA DE INFLUÊNCIA (ÉVORA 2004) 


os sismos que assustaram a comunidade escolar de Arraiolos




Onda de sismos no Alentejo. O que fazer? 
Uma conferência obrigatória.

31 tipos de catástrofes naturais

A versão pdf do documento pode ser lida em http://www.mi.gov.br/c/document_library/Id=10157


CLASSIFICAÇÃO DAS CATÁSTROFES NATURAIS:  


(I) CAUSA: EÓLICA  
• (01) Temporais ou tempestades;
• (02) Temporais muito intensos ou ciclones extratropicais;
• (03) Temporais extremamente intensos, furacões, tufões ou ciclones tropicais;
• (04) Tornados e trombas de água.


(II)CAUSA: TEMPERATURAS EXTREMAS  
• (05) Ondas de frio intenso;
• (06) Nevões;
• (07) Nevões ou tempestades de neve;
• (08) Avalanches de neve;
• (09) Granizos;
• (10) Geadas;
• (11) Ondas de calor;
• (12) Ventos quentes e secos.


(III) CAUSA: INCREMENTO DAS PRECIPITAÇÕES HÍDRICAS E INUNDAÇÕES
• (13) Cheias ou inundações graduais;
• (14) Enxurradas ou inundações bruscas;
• (15) Alagamentos;
• (16) Inundações costeiras provocadas pela brusca invasão do mar.


(IV) CAUSA:REDUÇÃO DAS PRECIPITAÇÕES HÍDRICAS
• (17) Estiagens;
• (18) Secas;
• (19) Queda intensa da humidade relativa do ar;
• (20) Incêndios florestais.


(V) CAUSA: SISMOLOGIA E VULCANOLOGIA
• (21) Terramotos, sismos e/ou abalos sísmicos;
• (22) Maremotos e tsunamis
• (23) Actividade vulcânica


(VI) CAUSA: GEOMORFOLOGIA, A METEORIZAÇÃO, A EROSÃO E A ACOMODAÇÃO DO SOLO
• (24) Escorregamentos ou deslizamentos;
• (25) Quedas, tombamentos e/ou rolamentos de rochas ou penedos (boulders);
• (26) Erosão linear, sulcos, ravinas e barrancos;
• (27) Erosão marinha;
• (28) Erosão fluvial, desbarrancamento de rios e fenómenos de terras caídas;
• (29) Soterramento por dunas.


(VII) CAUSA : DESEQUILÍBRIOS NA BIOCENOSE
• (30) pragas animais;
• (31) pragas vegetais



Fonte:
Castro, Antônio Luiz Coimbra de,
"Desastres Naturais" In Manual de Desastres, Vol. I
Brasília – Ministério da Integração Nacional, Secretaria de Defesa Civil, 2007

como vai ser avaliado o trabalho de pesquisa feito ao longo do 2º período?



Consultar o ATLAS DE PORTUGAL para o trabalho de pesquisa nas aulas de geografia. Clicar AQUI





Consultar o ATLAS DO AMBIENTE DE PORTUGAL para o trabalho de pesquisa nas aulas de geografia. Clicar AQUI






COMO REFERENCIAR A FONTE DE UM MAPA?
conforme a Norma APA Style


MAPAS DE LIVROS OU ATLAS:
Autor. (Ano). Título do mapa [formato]. Escala. In Autor do Atlas ou livro. Título do Atlas ou livro. Localidade: Editora.

Instituto Geográfico Português. (2005). Distribuição das isotérmicas de julho em Portugal continental (mapa em pdf). Escala 1/5.000.000. In Instituto Geográfico Português, Atlas de Portugal. Ed. Imprensa Nacional (p. 105).

Comissão Nacional do Ambiente. (1976). Insolação (mapa em pdf). Escala 1/1.000.000. In Secretaria de Estado do Ambiente, Atlas do Ambiente de Portugal. Ed. Imprensa Nacional.

música para estudar




PARA ESTUDAR COM AS SOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE EXAME NACIONAL DO SUBSOLO DE PORTUGAL - TURMA 10B

https://drive.google.com/file/d/1wk9dwjW1kMDJRop0LubjPvQ08UuDoFuA/view?usp=sharing

a Europa tem 43 países e 43 capitais


Neste mapa estão assinaladas todas as Capitais dos países representados no mapa.


Neste mapa estão assinaladas as 43 Capitais dos 43 países europeus.


Neste mapa estão assinaladas todos os 43 países europeus e seus vizinhos.


Em Janeiro de 2016 a ONU reconhecia a existência de 43 países.

Não confundir "Países" com "Territórios de Soberania Especial".
Fonte: Norma M49 das Nações Unidas 


Em baixo a lista com os países em azul; os territórios em negrito e sem tradução.


EUROPA (10 territórios de soberania especial; 43 países)

Europa Oriental
(10 países)
01

02

03

04

05

06

07

08

09

10


Europa do Norte
(10 países)
01
Åland Islands
02
Channel Islands
03
04
05
Faeroe Islands
06
07
Guernsey
08
09
10
Isle of Man
11
Jersey
12
13
14
15
16
Sark
17
Svalbard and Jan Mayen Islands
18

Europa do Sul
(14 países)
01
02
03
04
05
06
07
Gibraltar
08
09
Holy See
10
11
12
13
14
15
16

Europa Ocidental
(9 países)
01
02
03
04
05
06
07
08
09

mapa de Portugal - Distritos e Regiões Autónomas


Fonte: d-maps.comhttp://d-maps.com


DISTRITOS DE PORTUGAL

Cuidado. Os Açores e Madeira não são Distritos desde o fim do Estado Novo em 1974. Desde então são considerados Regiões Autónomas

O trabalho de pesquisa sobre a Norma M-49 da ONU - os 193-195 países do mundo






LOCALIZAÇÃO DE PAÍSES E MACRO REGIÕES GEOGRÁFICAS  

Fotografia do trabalho feito pela aluna Margarida Ravasqueira do sétimo ano.
Um trabalho de pesquisa com o Google Maps, onze mapas mudos e a lista oficial de países elaborada pelas Nações Unidas.

a radiação solar nas aulas de geografia








MATERIAIS SIMPLIFICADOS PARA ESTUDAR A RADIAÇÃO SOLAR

Para consultar o ATLAS DE PORTUGAL:
https://pt.scribd.com/document/78656350/Atlas-de-Portugal-IGP-2005

Para consultar o ATLAS DO AMBIENTE DE PORTUGAL:
https://flic.kr/s/aHsj2hxX62


Para os meus alunos do 10B deixo aqui o Powerpoint usado na aula:

RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR
https://drive.google.com/file/d/1poY7p30rg9um6hJQ_xg7-dioYE1suRCu/view?usp=sharing


VALORIZAÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR
https://drive.google.com/file/d/1bDRUnVAInSLwYzPlqcT2pzcgkzFQRPrJ/view?usp=sharing

CORRECÇÃO DO TEMA REDE URBANA | EXAME 2018 FASE 2






19. A cidade das Caldas da Rainha pretende afirmar-se como cidade criativa e termal até 2030. O Plano Estratégico de Desenvolvimento para esta cidade estabelece prioridades, sustentadas na potencialização dos recursos endógenos e na reabilitação do património local.
Fonte: www.cmcr.pt (consultado em dezembro de 2017) (adaptado).



19.1. No desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha, é possível apostar em diferentes estratégias, como:
A – o reforço da posição na rede urbana nacional;
B – o aumento da visibilidade internacional.
Selecione a estratégia, A ou B, que, no âmbito do planeamento e ordenamento do território,
considere mais adequada para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.


De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas medidas, explicando de que modo
contribuem para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.



Tópicos de resposta:
–– Estratégia A – O reforço da posição na rede urbana nacional: 
• aumento do número de empresas criativas, de modo a expandir a área de influência da cidade das Caldas da Rainha;
• aumento do emprego, de modo a fixar pessoas e a favorecer o aumento demográfico;
• aposta no turismo termal, de modo a desenvolver áreas especializadas do turismo – turismo de saúde e turismo de lazer;
• oferta de cuidados de saúde associados ao termalismo, de modo a promover a hotelaria;
• aposta na gastronomia associada aos produtos agrícolas locais, de modo a desenvolver a indústria agroalimentar;
• fomento da indústria e do artesanato, associados aos recursos do subsolo, como a cerâmica e o vidro, para atrair o turismo e aumentar a exportação;
• aumento do número de funções de nível hierárquico superior, através da aposta na identidade local, de modo a elevar o nível da cidade;
• atração de investidores e de eventos de negócios, de modo a aumentar o rendimento regional;
• fomento da cooperação interurbana, através da rede de serviços comuns, de modo a reduzir custos.

–– Estratégia B – O aumento da visibilidade internacional: 
• criação de plataformas digitais difusoras da informação local com vista a promover a cidade internacionalmente;
• organização de eventos culturais (feiras, concertos, workshops, conferências) com vista a divulgar a cidade no estrangeiro;
• divulgação do património natural, histórico e cultural, de modo a atrair turistas de nível sociocultural mais elevado e com múltiplos interesses;
• desenvolvimento da cooperação interurbana, de modo a projetar a cidade no contexto internacional;
• recurso ao marketing territorial com vista à projeção internacional da cidade;
• integração em redes internacionais, como a rede das cidades criativas da UNESCO, com vista à projeção internacional da cidade.

----------
Descritores de desempenho:

Parâmetro A - Conteúdos e Linguagem Científica:
Nível 4: Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 2 medidas, explicando, de forma adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Utiliza uma linguagem científica adequada. (8 pontos).

Nível 3: Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 2 medidas, explicando, de forma
adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das
Caldas da Rainha.
Apresenta falhas na linguagem científica.
OU
Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 2 medidas, explicando, uma de forma adequada e outra de forma menos adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Utiliza uma linguagem científica adequada. (6 pontos).

Nível 2: Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 2 medidas, explicando, uma de forma adequada e outra de forma menos adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Apresenta falhas na linguagem científica.
OU
Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 2 medidas, explicando, de forma menos adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Utiliza uma linguagem científica adequada.
OU
Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 1 medida, explicando, de forma adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Utiliza uma linguagem científica adequada. (4 pontos).

Nível 1: Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 2 medidas, explicando, de forma menos adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Apresenta falhas na linguagem científica.
OU
Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 1 medida, explicando, de forma adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Apresenta falhas na linguagem científica.
OU
Seleciona a estratégia, A ou B, e apresenta 1 medida, explicando, de forma menos adequada, o seu contributo para o desenvolvimento de cidades como a das Caldas da Rainha.
Utiliza uma linguagem científica adequada. (2 pontos).


Parâmetro B - Comunicação:
Nível 2: O discurso é globalmente claro, podendo apresentar falhas que não comprometem a sua clareza. (4 pontos).
Nível 1: O discurso apresenta falhas que comprometem parcialmente a sua clareza. (1 pontos).



Nota – Caso o aluno responda às duas estratégias, só é considerada para efeitos de classificação a primeira estratégia apresentada.



19.2. A concentração de empresas associadas à fileira da cerâmica potencia economias de aglomeração.

Apresente duas razões pelas quais a concentração de empresas gera economias de aglomeração.



Tópicos de resposta:
• partilha de mão de obra especializada/qualificada;
• benefício conjunto das redes de infraestruturas de transportes e de telecomunicações;
• benefício conjunto de equipamentos coletivos;
• redução dos custos com acesso à informação;
• valorização do turismo industrial;
• atração turística com efeitos multiplicadores em diversos setores;
• apoio às empresas por parte dos centros de inovação e desenvolvimento;
• complementaridade entre empresas na utilização de recursos/matérias-primas;
----------
Descritores de desempenho:
Nível 2: Apresenta duas razões pelas quais a concentração de empresas gera economias de aglomeração. (8 pontos).
Nível 1: Apresenta apenas uma razão pela qual a concentração de empresas gera economias de aglomeração. (4 pontos).


CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2018 FASE 2






17. A rede de transporte de gás natural em Portugal continental, representada na Figura 5, tem uma extensãode 1300 km, aproximadamente, e já existem projetos de investimento com vista à sua ampliação. A rede dispõe de Unidades Autónomas de Gás (UAG) abastecidas por modo rodoviário, de uma caverna para armazenamento de gás e de um terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL), além dos gasodutos.
Fonte: www.galpgasnaturaldistribuicao.pt (consultado em setembro de 2017) (adaptado).




17.1. Considere as afirmações I, II e III, que se referem à análise da Figura 5 e ao conhecimento adquirido sobre as redes de transporte de energia.

Selecione a opção que identifica corretamente as afirmações verdadeiras e as falsas.
I. A rede de gasodutos está conectada diretamente com o Médio Oriente. 
II. A rede de gasodutos caracteriza-se pela elevada densidade de ligações e por estar distribuída de forma equilibrada no território. 
III. Os nós da rede apresentam fraca conectividade.
(A) I e III são verdadeiras; II é falsa. 
(B) II é verdadeira; I e III são falsas. 
(C) III é verdadeira; I e II são falsas. 
(D) I e II são verdadeiras; III é falsa.



17.2. Portugal recebe gás natural de países como a Argélia, a Nigéria, o Qatar e Trinidad e Tobago. As letras X e V, assinaladas na Figura 5, correspondem a dois pontos de entrada de gás natural em Portugal continental.

Dos países referidos, identifique o principal país fornecedor do gás natural que entra pelo ponto X e o principal país fornecedor de gás natural que entra pelo ponto V.


Identificação dos itens:
X: Nigéria; V: Argélia.



17.3. No Alentejo, a localização das Unidades Autónomas de Gás (UAG), identificadas na Figura 5, deve‑se
(A) à proximidade da rede de gasodutos existente na região. 
(B) à existência de pontos de entrada de gás natural no país. 
(C) à existência de infraestruturas de extração de gás natural do subsolo. 
(D) à proximidade de centros urbanos e de áreas industrializadas.


18. A inserção de Portugal na Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T) pode ser potencializada através do desenvolvimento das autoestradas do mar, que visam
(A) intensificar o fluxo de mercadorias com os portos do norte e do sul da Europa, reduzindo o tráfego nos pontos de congestionamento terrestre. 
(B) assegurar o transporte de mercadorias entre o norte e o sul do país, reduzindo as emissões de CO2 por unidade de produto transportado. 
(C) integrar uma rede multimodal à escala mundial, intensificando o comércio com as diferentes regiões asiáticas e americanas. 
(D) promover o transporte intermodal à escala regional, criando condições de abastecimento diário das áreas metropolitanas.

CORRECÇÃO DO TEMA PORTUGAL NO MUNDO E RECURSOS MARÍTIMOS | EXAME 2018 FASE 2






14. As áreas delimitadas na Figura 4 apresentam um considerável potencial para o desenvolvimento do país.




14.1. Os limites da ZEE no arquipélago dos Açores e no arquipélago da Madeira, que se observam na Figura 4, devem-se ao facto de a ilha da Madeira distar
(A) menos de 400 milhas náuticas da ilha de São Miguel. 
(B) mais de 400 milhas náuticas da ilha de Santa Maria. 
(C) entre 200 e 400 milhas náuticas da ilha de Santa Maria. 
(D) menos de 200 milhas náuticas da ilha de São Miguel.


14.2. Identifique as duas letras, assinaladas na Figura 4, que correspondem às rotas marítimas com troços sob supervisão portuguesa.


Identificação dos itens:
M e S



14.3. Apresente duas vantagens da extensão da plataforma continental portuguesa, proposta à ONU em 2009.


Tópicos de resposta:
• aumentar área de exploração de recursos do solo e do subsolo marinhos;
• aumentar o conhecimento científico sobre o fundo do oceano;
• aumentar a área do solo e do subsolo marinhos sob jurisdição portuguesa;
• aceder, no fundo do oceano, a recursos minerais, biológicos e genéticos destinados à indústria
farmacêutica e tecnológica.
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Descritores de desempenho:
Nível 2: Apresenta duas vantagens da extensão da plataforma continental. (8 pontos).
Nível 1: Apresenta apenas uma vantagem da extensão da plataforma continental. (4 pontos).





15. O litoral a norte do cabo da Roca, nos meses de inverno, apresenta maior potencialidade para o aproveitamento de algumas energias renováveis, como

(A) a solar e a hídrica. 
(B) a eólica e a das ondas. 
(C) a eólica e a hídrica. 
(D) a solar e a das ondas.


16. No âmbito das políticas ambientais da União Europeia, uma das medidas que contribuem para a melhoria da qualidade das águas territoriais de Portugal é
(A) a construção de barragens com albufeira de retenção. 
(B) a edificação de esporões nos portos de pesca. 
(C) a instalação de ETAR para tratamento de efluentes. 
(D) a limitação da aquicultura de bivalves aos estuários.