360º de Paz por todo o lado
Em Willamette Valley, no estado norte americano do Oregão (costa leste dos EUA), a quinta "No Regrets Farm" tem as aulas mais fantásticas do mundo: Yoga com cabras.
A mentora deste projecto é fotógrafa e há pouco tempo atrás caíra no desemprego acompanhado por um fatal cancro. Com a ajuda de amigos e vizinhos inventou estas aulas de yoga ou meditação e tudo se resolveu. Agora tem gente que faz mais de 150 km para poder acompanhá-la.
DATAS E INFORMAÇÃO-PROVA DE GEOGRAFIA-A PARA 2017
Objeto de avaliação:
- De acordo com o programa, a prova recorre a informação atualizada, nacional e internacional. São exemplos dessa informação os dados respeitantes à PAC e ao Acordo de Parceria 2014-2020 (Portugal 2020), entre outros. Sempre que for apresentada informação desagregada territorialmente, tendo por referência o nível NUTS III, será utilizada a divisão em vigor desde janeiro de 2015.
- O programa indica, para cada subtema, uma lista de conceitos que, devido à dinâmica atual do espaço geográfico, deve ser considerada numa perspetiva de permanente (re)construção.
Material:
- Como material de escrita, apenas pode ser usada caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.
- As respostas são registadas em folha própria, fornecida pelo estabelecimento de ensino (modelo oficial).
- É permitida a utilização de régua, de esquadro e de transferidor.
- Não é permitida a utilização de calculadora.
- Não é permitido o uso de corretor.
Critérios gerais de classificação:
- A ausência de indicação inequívoca da versão da prova implica a classificação com zero pontos das respostas aos itens de escolha múltipla.
- As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zero pontos.
- As respostas aos itens são classificadas de forma dicotómica ou por níveis de desempenho, de acordo com os critérios específicos. A cada nível de desempenho corresponde uma dada pontuação.
- Na resposta aos itens de resposta extensa, a classificação a atribuir traduz a avaliação do desempenho no domínio específico da disciplina e no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa. Cf. imagem seguinte:
o dia do Eco Escola e o nosso trabalho de pesquisa com o 9ºB e 8ºA
![]() |


NO PRÓXIMO DIA 17/JANEIRO ALUNOS DO OITAVO E NONO ANO SAEM À RUA EM ARRAIOLOS
Uma acção simbólica para denunciar os maus hábitos de todos nós: rastrear e limpar as ruas sujas por lixos individuais jogados à rua - por acaso um problema que tradicionalmente pouco afecta Arraiolos mas que as novas gerações podem esquecer.
CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS DO SUBSOLO || EXAME 2016 ÉPOCA ESPECIAL
Os minerais do subsolo de Portugal são uma fonte de recursos endógenos que podem ser potencializados, do ponto de vista socioeconómico, se a sua exploração for dotada de boa acessibilidade. Na Figura 2, estão assinaladas algumas minas de minerais metálicos localizadas na faixa piritosa do Alentejo, assim como uma parte da rede ferroviária do sul de Portugal continental, em 2015.

1. As afirmações seguintes dizem respeito à aplicação do conceito de escala.
I. A mina de S. Domingos dista aproximadamente 100 km da mina de Caveira.
II. A mina de S. Domingos dista aproximadamente 30 km da mina de Aljustrel.
III. A mina de S. Domingos dista aproximadamente 40 km da mina de Neves Corvo.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(C) I é verdadeira; II e III são falsas.
(D) III é verdadeira; I e II são falsas.
2. Nas minas e nas jazidas da faixa piritosa, representadas na Figura 2, são explorados minerais metálicos como
(A) o lítio, o urânio e o volfrâmio.
(B) o volfrâmio, o zinco e o lítio.
(C) o cobre, o urânio e o chumbo.
(D) o cobre, o zinco e o chumbo.
3. O transporte de minérios da mina de Neves Corvo, por ferrovia, pode ser combinado com o modo de transporte marítimo, por este modo
(A) facilitar a conservação dos produtos transportados.
(B) permitir maior flexibilidade no percurso.
(C) assegurar a rapidez na entrega das mercadorias.
(D) possuir elevada capacidade de carga.
4. A atividade extrativa de minérios gera impactes ambientais como
(A) a degradação da paisagem e a contaminação química das águas subterrâneas.
(B) o agravamento do efeito de estufa e o esgotamento dos solos agrícolas.
(C) o aumento do pH das águas fluviais e a contaminação química das águas superficiais.
(D) a eutrofização das águas superficiais e a degradação do ecossistema fluvial.
5. O investimento no sector mineiro nacional, nos últimos anos, deveu-se, sobretudo, à
(A) proliferação de indústrias nacionais consumidoras dos minérios extraídos.
(B) descoberta de novos minérios e de novas jazidas de grande dimensão.
(C) elevada cotação atribuída às matérias-primas no contexto internacional.
(D) criação de normas de segurança para os trabalhadores do sector mineiro.
6. Os sistemas de comunicação e de logística contribuem para a melhoria do transporte de mercadorias, na medida em que
(A) eliminam os custos de armazenamento e dispensam a necessidade de acondicionar os produtos.
(B) reduzem o tempo de entrega ao cliente e rentabilizam a frota disponível.
(C) reduzem o tempo de entrega ao cliente e eliminam os custos de armazenamento.
(D) rentabilizam a frota disponível e dispensam a necessidade de acondicionar os produtos.
CORRECÇÃO DO TEMA REDES URBANAS || EXAME 2016 FASE 1
O sistema de transportes nacional sofreu, nas últimas décadas, uma profunda transformação.

1. De acordo com a Figura 4, a infraestrutura que registou maior crescimento foi a de transporte
(A) ferroviário, para intensificar a troca de mercadorias contentorizadas na Península Ibérica.
(B) rodoviário, porque facilita a mobilidade de pessoas e de mercadorias à escala nacional.
(C) ferroviário, para responder ao aumento dos movimentos pendulares nas áreas metropolitanas.
(D) rodoviário, porque pode ser construída sem limitações em áreas de reserva natural.
2. De acordo com a Figura 4, o maior crescimento da rede de autoestradas e o maior crescimento da rede de linhas ferroviárias eletrificadas, em termos absolutos, verificaram-se, respetivamente,
(A) entre 1997 e 1998 e entre 2003 e 2004.
(B) entre 2003 e 2004 e entre 1997 e 1998.
(C) entre 2011 e 2012 e entre 2010 e 2011.
(D) entre 2010 e 2011 e entre 2011 e 2012.
3. Os países que entraram na União Europeia, com os alargamentos de 2007 e de 2013, foram
(A) a Bulgária, a Roménia e a Croácia.
(B) a Hungria, a Suécia e a Áustria.
(C) a Bulgária, a Roménia e a Suécia.
(D) a Hungria, a Áustria e a Croácia.
4. No mercado globalizado em que Portugal se insere, as infraestruturas de transportes facilitam a exportação de diferentes recursos do subsolo, destacando-se
(A) o urânio, nos minerais metálicos, e o granito, nas rochas ornamentais.
(B) o volfrâmio, nos minerais metálicos, e o xisto, nas rochas ornamentais.
(C) o cobre, nos minerais metálicos, e o mármore, nas rochas ornamentais.
(D) o níquel, nos minerais metálicos, e o calcário, nas rochas ornamentais.
5. A atividade económica do termalismo, que tem beneficiado da melhoria ocorrida nas infraestruturas rodoviárias, contribui para
(A) promover o turismo sénior e dinamizar os desportos radicais de montanha.
(B) fixar mão de obra qualificada e promover o turismo de saúde e bem-estar.
(C) fixar população ativa qualificada e potencializar o turismo cinegético.
(D) promover a oferta hoteleira de luxo e desenvolver o comércio grossista.
6. A utilização de contentores no transporte de mercadorias permitiu intensificar as trocas comerciais e promover a multimodalidade, porque
(A) diminui a mão de obra necessária nas operações de carga e de descarga e dispensa o recurso às interfaces.
(B) reduz as perdas de tempo no transbordo entre modos de transporte e aumenta a vulnerabilidade das mercadorias às intempéries.
(C) aumenta o volume de mercadorias transportadas numa única viagem e diminui a necessidade de se criarem stocks.
(D) facilita o acondicionamento das mercadorias e reduz os custos do processo inerente às operações de carga e de descarga.
CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA || EXAME 2016 ÉPOCA ESPECIAL

1. Refira, de acordo com a Figura 5, duas alterações registadas na estrutura etária da população portuguesa.

2. Considere as seguintes afirmações.
A – O Índice de Dependência Total corresponde ao quociente entre o número de idosos e a população ativa.
B – O Índice de Dependência de Jovens diminui com a emigração da população ativa.Apresente, para cada uma das afirmações, uma razão que justifique a sua falsidade.

3. Explique a necessidade de Portugal adotar políticas demográficas favoráveis ao rejuvenescimento da população, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• a sustentabilidade da segurança social;
• o aumento do dinamismo económico.Na sua resposta, desenvolva dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS || EXAME 2016 ÉPOCA ESPECIAL
As muralhas abaluartadas do século XVII em Elvas fazem, desde 2012, parte da lista do Património Mundial da UNESCO, que reconheceu a importância histórica da maior fortificação abaluartada terrestre do mundo.

1. Refira dois fatores que expliquem a localização do complexo desportivo, assinalado na Figura 6, no exterior das muralhas.

2. Apresente dois impactes económicos, a nível local, decorrentes da classificação da Muralha de Elvas como Património Mundial da UNESCO.

3. Explique a importância do estabelecimento de relações entre as cidades fronteiriças portuguesas e espanholas para o desenvolvimento da região em que se inserem, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• a dinamização de atividades terciárias;
• a requalificação das infraestruturas de transportes.Na sua resposta, desenvolva dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS || EXAME 2016 FASE1
A floresta é um recurso renovável de grande importância estratégica para Portugal, pois pode contribuir para o desenvolvimento sustentável do espaço rural.

1. De acordo com a informação apresentada na Figura 3, as espécies florestais com maior variação, em termos relativos, do número de hectares de ocupação do solo foram
(A) o sobreiro e o eucalipto.
(B) o eucalipto e o pinheiro-bravo.
(C) o pinheiro-bravo e o pinheiro-manso.
(D) o pinheiro-manso e o sobreiro.
2. «O sobreiro e a azinheira são espécies florestais com valor económico e, de acordo com a Figura 3, têm mantido uma área total relativamente estável.» Esta afirmação é
(A) falsa, pois, apesar de a azinheira não ter valor económico, a área total de cada espécie manteve-se constante desde 1995.
(B) verdadeira, pois a sua madeira é essencial para a produção de pasta de papel, e a área total de cada espécie tem-se mantido constante desde 1995.
(C) falsa, pois, apesar de ambas as espécies terem valor económico, a área total de cada espécie tem diminuído progressivamente desde 1995.
(D) verdadeira, pois são espécies importantes na produção de cortiça e de lenha, e a área total de cada espécie variou muito pouco desde 1995.
3. Em Portugal continental, os prados e pastagens permanentes são um dos principais usos do solo, predominando na composição da SAU das regiões agrárias
(A) da Beira Interior e do Algarve.
(B) da Beira Litoral e do Alentejo.
(C) da Beira Litoral e do Algarve.
(D) da Beira Interior e do Alentejo.
4. Para potenciar o rendimento do sector florestal português, devem ser adotadas medidas como
(A) a privatização da floresta pública e o cultivo exclusivo de espécies endémicas.
(B) o emparcelamento das áreas florestais e a certificação de produtos do sistema florestal.
(C) o parcelamento das áreas florestais e a diversificação das espécies plantadas.
(D) a nacionalização da floresta privada e o cultivo preferencial de espécies de crescimento rápido.
5. As atividades agroflorestais contribuem para a sustentabilidade das áreas rurais, uma vez que
(A) permitem aumentar a oferta de emprego e contribuem para o desenvolvimento de atividades económicas diversificadas.
(B) facilitam a pluriatividade da população rural e garantem a fixação de indústrias com empregos bem remunerados.
(C) preservam a qualidade da água e facilitam a prática de atividades desportivas em veículos todo-o--terreno.
(D) ajudam na estabilização das vertentes e garantem a sobrevivência de espécies que se encontram em risco de extinção.
6. A reforma da Política Agrícola Comum de 2013 introduziu alterações que visam, entre outros objetivos,
(A) diminuir o preço dos produtos no consumidor e promover a prática do pousio forçado.
(B) fomentar uma agricultura sustentável e reforçar a competitividade do sector agrícola.
(C) promover um estilo de vida mais urbano e incentivar o cultivo de espécies transgénicas.
(D) apoiar a criação de atividades inovadoras e regular os preços dos produtos agrícolas.
CORRECÇÃO DO ÁREAS RURAIS || EXAME 2016 ÉPOCA ESPECIAL
A vitivinicultura, enquanto atividade produtiva, tem uma importância cada vez maior na economia portuguesa. Na Figura 3, está representada a distribuição dos vinhos de Denominação de Origem Controlada (DOC) por região agrária, em Portugal continental.

1. De acordo com a Figura 3, as regiões agrárias cujas áreas são maioritariamente ocupadas por vinhas destinadas à produção de vinhos DOC são as
(A) do Ribatejo e Oeste e do Algarve.
(B) de Trás-os-Montes e do Alentejo.
(C) de Entre Douro e Minho e de Trás-os-Montes.
(D) de Entre Douro e Minho e do Ribatejo e Oeste.
2. Na região agrária de Entre Douro e Minho, representada na Figura 3, a produção de vinhos verdes DOC justifica-se pela adequação das castas a fatores naturais da região, como, por exemplo,
(A) a orientação E/W dos vales dos rios principais, que favorece a penetração dos ventos marítimos.
(B) o predomínio de planícies, que favorece a formação de chuvas convectivas.
(C) o predomínio de planaltos, que favorece a formação de chuvas orográficas.
(D) a orientação N/S dos vales dos rios principais, que favorece a influência da nortada, ao longo do ano.
3. A produção de vinhos DOC é um importante fator de desenvolvimento regional, pois incrementa
(A) a exportação de vinhos regionais e a disponibilidade de mão de obra agrícola.
(B) a revitalização das antigas adegas e o aproveitamento turístico da região.
(C) a identidade cultural da região e a produção direcionada para o autoconsumo.
(D) a criação de emprego no sector agrícola e o aumento de exportação de uva de mesa.
4. A atribuição da classificação DOC a determinados vinhos pressupõe que
(A) a sua comercialização se limita a uma região geográfica demarcada e sujeita a um conjunto de regras estabelecidas em legislação.
(B) a sua produção está tradicionalmente ligada a uma região geográfica delimitada e sujeita a um conjunto de regras estabelecidas em legislação.
(C) as técnicas de produção são típicas de uma determinada região geográfica demarcada e aplicadas por mão de obra local.
(D) as castas são exclusivas de uma determinada região geográfica delimitada e cultivadas por mão de obra local especializada.
5. As afirmações seguintes caracterizam o sistema de cultura na região agrária do Alentejo.
I. A vinha é uma cultura permanente, cultivada predominantemente em socalcos.
II. O girassol é uma cultura temporária cultivada em regime de monocultura.
III. O olival é cultivado de forma intensiva com recurso ao regadio.
(A) I é verdadeira; II e III são falsas.
(B) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(C) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(D) II é verdadeira; I e III são falsas.
6. A competitividade da agricultura portuguesa passa pela implementação de medidas que visam
(A) certificar produtos nacionais e fomentar o associativismo dos agricultores.
(B) intensificar as importações de produtos agrícolas e investir na mecanização.
(C) promover a rotação de culturas e garantir o plurirrendimento dos agricultores.
(D) aumentar a superfície de produção e incentivar o parcelamento da propriedade agrícola.
CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS HÍDRICOS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE1-VERSÃO1
A ocorrência de situações meteorológicas extremas perturba o funcionamento dos transportes e afeta as atividades económicas.

1. A distância real, em linha reta, entre Lisboa e a ilha Terceira do arquipélago dos Açores é aproximadamente 1500 km. A escala mais adequada ao mapa da Figura 2 é
(A) 1/15 000 000.
(B) 1/300 000.
(C) 1/30 000 000.
(D) 1/150 000 000.
2. A interpretação da carta sinóptica da Figura 2 permite-nos afirmar que
(A) a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta a Grã--Bretanha.
(B) a massa de ar que afeta a Grã-Bretanha é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira.
(C) a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.
(D) a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.
3. O estado de tempo que se fará sentir em Portugal continental, nas horas seguintes à situação meteorológica representada na Figura 2, caracterizar-se-á por uma elevada probabilidade de
(A) ocorrência de nuvens de desenvolvimento horizontal e de chuviscos, devido à aproximação da frente fria, que progride de oeste para este.
(B) ausência de vento e fraca nebulosidade, devido à aproximação da frente quente, que progride de este para oeste.
(C) ausência de vento e forte nebulosidade, devido à aproximação da frente quente, que progride de este para oeste.
(D) ocorrência de nuvens de desenvolvimento vertical e de aguaceiros, devido à aproximação da frente fria, que progride de oeste para este.
4. Em Portugal continental, os valores mais elevados de precipitação total anual registam-se em áreas localizadas a norte do rio Tejo e explicam-se, entre outras razões, pela influência conjugada
(A) da orografia e da passagem frequente de perturbações da frente polar ao longo dos meses do outono e do inverno.
(B) da altitude média elevada e da passagem frequente de perturbações da frente polar ao longo de todos os meses do ano.
(C) da orientação das cordilheiras montanhosas NE/SW e da passagem frequente das depressões subpolares ao longo de todos os meses do ano.
(D) da orientação das cordilheiras montanhosas NW/SE e da passagem frequente das depressões subpolares ao longo dos meses do outono e do inverno.
5. Nas latitudes médias do hemisfério norte, a circulação geral da atmosfera pode reduzir os tempos de viagem
(A) dos navios, quando se deslocam da ilha de S. Miguel para Lisboa, se aproveitarem a deslocação dos ventos à superfície de este para oeste.
(B) dos aviões, quando se deslocam de Nova Iorque para Lisboa, se aproveitarem os ventos dominantes em altitude de oeste para este.
(C) dos aviões, quando se deslocam de Lisboa para Nova Iorque, se aproveitarem os ventos dominantes em altitude de este para oeste.
(D) dos navios, quando se deslocam de Lisboa para a ilha de S. Miguel, se aproveitarem a deslocação dos ventos à superfície de oeste para este.
6. Numa situação meteorológica extrema que afete o litoral algarvio e que impossibilite a atracagem de navios de cruzeiro em Portimão, os portos nacionais alternativos com movimento de passageiros são
(A) o de Lisboa e o de Leixões.
(B) o de Lisboa e o de Aveiro.
(C) o de Leixões e o de Sines.
(D) o de Aveiro e o de Sines.
relatório semanal: localizar em tempo real os fenómenos naturais extremos
|
ver em www.painelglobal.com.br
Painel Global:
É o único site em Língua Portuguesa que mostra a Terra em tempo real.
Terramotos, vulcões, furacões, tsunamis, icebergs ou eventos climáticos extremos são rastreados e explicados com os dados reportados pelas diversas instituições científicas de monitorização.
Terminador: É a linha imaginária que divide a Terra em dia e noite; no mapa está representada na separação entre as zonas mais claras e zonas mais escuras. A zona clara representa as áreas da Terra iluminadas pelo Sol enquanto a zona escura mostra as regiões do planeta tomadas pela escuridão nocturna.
Sol ao zénite: O círculo amarelo no centro da zona mais clara (dia solar) representa o Sol. Por volta do meio-dia, o Sol estará exatamente sobre a cabeça dos habitantes e quando isso acontece diz-se "zénite solar" e, nessa região, ocorre um intenso bombardeio de raios ultravioleta extremamente perigosos à saúde.
ISS - Estação Espacial Internacional: Os pontos vermelhos mostram o trajecto da ISS na órbita actual. Os pontos azuis mostram a órbita seguinte. Cada ponto equivale a aproximadamente 1 minuto no trajecto da ISS - Estação Espacial Internacional.
tipologia de desastres naturais e mapa de desastres ambientais
Para ver mapa SIG, clicar em hisz.rsoe.hu/alertmap
CLASSIFICAÇÃO DOS DESASTRES NATURAIS:
(I) CAUSA: EÓLICA
• (A) vendavais ou tempestades;
• (B) vendavais muito intensos ou ciclones extratropicais;
• (C) vendavais extremamente intensos, furacões, tufões ou ciclones tropicais;
• (D) tornados e trombas d'água.
(II)CAUSA: TEMPERATURAS EXTREMAS
• (A) ondas de frio intenso;
• (B) nevadas;
• (C) nevascas ou tempestades de neve;
• (D) aludes ou avalanches de neve;
• (E) granizos;
• (F) geadas;
• (G) ondas de calor;
• (H) ventos quentes e secos.
(III) CAUSA: INCREMENTO DAS PRECIPITAÇÕES HÍDRICAS E INUNDAÇÕES
• (A) enchentes ou inundações graduais;
• (B) enxurradas ou inundações bruscas;
• (C) alagamentos;
• (D) inundações litorâneas provocadas pela brusca invasão do mar.
(IV) CAUSA:REDUÇÃO DAS PRECIPITAÇÕES HÍDRICAS
• (A) estiagens;
• (B) secas;
• (C) queda intensa da humidade relativa do ar;
• (D) incêndios florestais.
(V) CAUSA: SISMOLOGIA E VULCANOLOGIA
• (A) terremotos, sismos e/ou abalos sísmicos;
• (B) maremotos e tsunamis
• (C) actividade vulcânica
(VI) CAUSA: GEOMORFOLOGIA, O INTEMPERISMO, A EROSÃO E A ACOMODAÇÃO DO SOLO
• (A) escorregamentos ou deslizamentos;
• (B) quedas, tombamentos e/ou rolamentos de rochas e/ou matacões1
• (C) erosão linear, sulcos, ravinas e voçorocas;
• (D) erosão marinha;
• (E) erosão fluvial, desbarrancamento de rios e fenômenos de terras caídas;
• (F) soterramento por dunas.
(VII) CAUSA : DESEQUILÍBRIOS NA BIOCENOSE
• (A) pragas animais;
• (B) pragas vegetais
Fonte:
Castro, Antônio Luiz Coimbra de,
"Desastres Naturais" In Manual de Desastres, Vol. I
Brasília – Ministério da Integração Nacional, Secretaria de Defesa Civil, 2003
como fazer a capa de um trabalho escolar
Eco-Ruas em Arraiolos e criação de mapas webSIG no nono ano de geografia

MAPAS PARA USAR NO DIA DA ECO-ESCOLA E SUAS ECO-ACTIVIDADES:
Na escola vamos ter o institucional içar da bandeira do Eco-escolas, discurso da directora, associação de estudantes, representantes do município de Arraiolos e, trabalho com os alunos das Brigadas de Identificação e Saneamento (com pessoal do 8ºA) e trabalho de Identificação e Recenseamento (com o pessoal do 9ºB).
"ECO-RUAS EM ARRAIOLOS": TRABALHO DE PESQUISA PARA AULAS DE GEOGRAFIA COM O 9ºB:
Primeiro. Vamos criar mapas em pdf com os arruamentos da vila de Arraiolos (Toponímia e números de polícia) e diverso equipamento urbano; na escalas geográficas de 1/2000 e também 1/3000.
Hoje (06-01-2017), todos os grupos de trabalho escolheram 3 ou mais mapas diferentes para usar no trabalho de campo e guardaram a sua versão em PDF.
Segundo. Na próxima terça feira os alunos do 9ºB irão mapear os piores SPOTS de lixo jogado à rua enquanto as Brigadas do 8ºA irão actuar devidamente equipados na localização e supressão (simbólica, claro).
Terceiro. Faremos (o 9ºB fará) Foto-reportagem dos eventos do dia da Eco-Escola e suas actividades: com cada grupo a fotografar os spots de lixo urbano e a actuação das Brigadas do 8ºA.
Quarto. Pesquisaremos e debateremos (o 9ºB pesquisará) as melhores Propostas para resolver o problema do lixo jogado à rua (um problema nacional que também existe em Arraiolos).
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA ESTUDAR E CONHECER ARRAIOLOS:
O endereço http://sig.municipioarraiolos.pt é um portal SIG, um Sistema de Informação Geográfica elaborado em 2015 pelo Município de Arraiolos, em software de código aberto e gratuito [free and open source software]. Consultar em http://sig.municipioarraiolos.pt
Trata-se de um caso muito singular em Portugal - e um caso único entre os 59 municípios que compõem a Região Alentejo (NUT II) que só a excelência e capacidade dos seus fazedores pode explicar.
Muito completo e eficaz. Útil para obtermos os diversos instrumentos de gestão territorial de Arraiolos - sobretudo o seu plano Director Municipal (PDM).
O portal tem como objetivo disponibilizar, ao público em geral, um leque diversificado de informação geográfica, baseada em cartografia digital e em documentação alfanumérica complementar, nomeadamente sobre alguns aspetos biofísicos e sociais do Concelho de Arraiolos.
Para tirar dúvidas sobre este portal SIG-Arraiolos convem usar este GUIA PRÁTICO DE FAQ:
http://sig.municipioarraiolos.pt/help.pdf
exemplos de "Levantamento Funcional de um Centro Histórico"
Proponho aos alunos de geografia a discussão do trabalho de campo conduzido no centro histórico de Leiria em 2012 e publicado em 2013. Trata-se de excertos consultados em Levantamento Funcional do Centro Histórico da Cidade de Leiria ‐ Área Comercial. Um trabalho produzido pela equipe do Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística ‐ Gabinete de Reabilitação Urbana da Câmara Municipal de Leiria.
Em seguida a listagem dos elementos a ter em conta:
Elementos da análise funcional de um Centro Histórico – ou de uma Área Comercial
1) Delimitação da área de estudo - Delimitação da área comercial do Centro Histórico (na Planta de ruas).

2) Levantamento das funções existentes nos edifícios de habitação e nos mistos:
3) Plantas:

Tabela com o "Levantamento funcional dos pisos superiores nos edifícios mistos e todos os pisos nos edifícios de habitação".
Tabela com o "Levantamento funcional dos pisos superiores nos edifícios mistos e todos os pisos nos edifícios de habitação" e Recolha de Imagens/Fotos por rua. A foto é de uma página impressa do Levantamento Funcional do Centro Histórico da Cidade de Leiria ‐ Área Comercial. Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística ‐ Gabinete de Reabilitação Urbana, 2013.
Em seguida a listagem dos elementos a ter em conta:
Elementos da análise funcional de um Centro Histórico – ou de uma Área Comercial
1) Delimitação da área de estudo - Delimitação da área comercial do Centro Histórico (na Planta de ruas).

2) Levantamento das funções existentes nos edifícios de habitação e nos mistos:
2.1) Tabela do "Levantamento funcional dos pisos superiores nos edifícios mistos e todos os pisos nos edifícios de habitação":
- Localização: Rua/largo; Nº de polícia; Frente (metros); Montra (metros); Piso
- Tipo de ocupação: Habitação; Comércio; Serviços; Devolutos
- Totais por edifício (Habitação; Comércio; Serviços; Devolutos)
- Pisos devolutos (quantidades)
- Ocupação do edifício predominante (percentagem da ocupação)
2.2) Recolha de Imagens/Fotos por rua.
3) Plantas:
- Planta de Delimitação da área de estudo
- Planta de Localização das habitações ao nível dos pisos acima do rés do chão
- Planta de Localização dos comércios e serviços ao nível dos pisos acima do rés do chão
- Planta de Estado de ocupação dos edifícios
- Planta de Localização dos edifícios totalmente devolutos
- Planta de Agrupamento de ruas por proximidade geográfica

Tabela com o "Levantamento funcional dos pisos superiores nos edifícios mistos e todos os pisos nos edifícios de habitação".
![]() |
como analisar um gráfico?

Vamos escrever um texto acerca de um gráfico. O que fazer?
Primeiro. Um primeiro parágrafo onde identificamos o nosso gráfico com TEMA e LOCAL (referência geográfica) e DATA (a época ou período de anos).
Por vezes as figuras/gráficos nos testes ou manuais estão acompanhadas por um título - devemos completá-lo; devemos, também, referir a legenda (relacionar cores com nomes) e o título de cada variável (eixo de x e eixo de y) e as suas unidades de medida (valores absolutos, percentagens, graus centigrados, etc) se necessário.
Segundo. Um segundo parágrafo a identificar a principal evolução dos dados e o seu ritmo/padrão de progressão e a época ou período de anos onde ocorre: Crescimento positivo, nulo, negativo (descrevendo os factores que causam tal «crescimento»). O ritmo/padrão desse crescimento pode ser lento, rápido ou muito rápido (por vezes as evoluções dividem-se em 2 ou mais fases que devemos descrever).
Terceiro. Identificar/situar os valores máximos e os valores mínimos (indicando os valores exactos que se podem ler na escala graduada dos eixos.
Para treinar para o teste, deixo esta questão:
Caracteriza o crescimento da População portuguesa entre 2010 e 2012
o sistema de informação geográfica de Arraiolos

FERRAMENTA ESSENCIAL PARA ESTUDAR E CONHECER ARRAIOLOS:
É um portal SIG, um Sistema de Informação Geográfica elaborado em 2015 pelo Município de Arraiolos, em software de código aberto e gratuito [free and open source software]. Consultar em http://sig.municipioarraiolos.pt
Trata-se de um caso muito singular em Portugal - e um caso único entre os 59 municípios que compõem a Região Alentejo (NUT II) que só a excelência e capacidade dos seus fazedores pode explicar.
Muito completo e eficaz. Útil para obtermos os diversos instrumentos de gestão territorial de Arraiolos - sobretudo o seu plano Director Municipal (PDM).
O portal tem como objetivo disponibilizar, ao público em geral, um leque diversificado de informação geográfica, baseada em cartografia digital e em documentação alfanumérica complementar, nomeadamente sobre alguns aspetos biofísicos e sociais do Concelho de Arraiolos.
Para tirar dúvidas sobre este portal SIG-Arraiolos convem usar este GUIA PRÁTICO DE FAQ:
http://sig.municipioarraiolos.pt/help.pdf





