CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL






GRUPO VI

A Figura 5 representa uma vista aérea da cidade de Viseu, na qual está delimitado o centro histórico.





1. Refira duas das características morfológicas de centros históricos como o da cidade de Viseu, delimitado na Figura 5.





2. Mencione duas das causas do despovoamento que se tem verificado no centro histórico da maioria das cidades portuguesas.





3. Apresente duas das medidas que podem contribuir para a recuperação da atratividade de áreas como a delimitada na Figura 5.





4. Explique de que modo o desenvolvimento de cidades médias, como Viseu, pode atenuar o desequilíbrio da rede urbana portuguesa, tendo em conta os tópicos de referência seguintes:
• o investimento em infraestruturas e em equipamentos especializados; 
• o aproveitamento dos recursos da região.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.

CORRECÇÃO DO CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL






GRUPO V

As Figuras 4A e 4B representam, respetivamente, a distribuição espacial da radiação solar global nos meses de janeiro e de julho de 2011, em Portugal continental.




1. Mencione dois dos processos que ocorrem na atmosfera e que afetam a quantidade da radiação solar que chega à superfície da Terra.





2. Refira os dois principais fatores climáticos explicativos da distribuição da radiação solar em Portugal continental, um para o mês de janeiro e outro para o mês de julho.





3. Apresente duas das vantagens associadas aos elevados valores anuais da radiação solar recebida em Portugal continental.





4. Explique as diferenças que se registam nos valores da radiação solar recebida em Portugal continental, ao longo do ano, tendo em consideração os tópicos de referência seguintes:
• a altura meridiana do Sol;
• as condições de transparência da atmosfera.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.


CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL






GRUPO IV

A Figura 3 representa a distância-tempo, em transporte rodoviário ligeiro, a partir dos aeroportos internacionais de Lisboa, do Porto e de Faro, em 2006.




1. Se considerarmos que, na Figura 3, os limites das classes correspondem a linhas que unem pontos a igual distância-tempo aos aeroportos internacionais, então estas linhas denominam-se
(A) isossistas. 
(B) isoietas. 
(C) isócronas. 
(D) isótimas.


2. Duas das capitais de distrito que, de acordo com a Figura 3, se encontravam a mais de uma hora e meia do aeroporto internacional português mais próximo eram
(A) Vila Real e Guarda. 
(B) Covilhã e Viseu. 
(C) Elvas e Castelo Branco. 
(D) Bragança e Portalegre.


3. Coimbra e Vila Real, que em linha reta estão, respetivamente, a cerca de 105 km e 75 km do Porto, encontram-se, de acordo com o mapa da Figura 3, aproximadamente a uma hora do aeroporto Francisco Sá Carneiro, o que se explica, entre outras razões,
(A) por Coimbra ser servida pela A1, que tem um traçado retilíneo, e por Vila Real ser servida pelo IP4, que tem um traçado sinuoso. 
(B) por Coimbra ser servida pelo Alfa Pendular e pelo Intercidades e por Vila Real não possuir um serviço regular de comboio. 
(C) por Coimbra ser servida por uma autoestrada com tráfego muito intenso e por Vila Real ser servida por uma autoestrada com tráfego reduzido. 
(D) por Coimbra ser servida por uma linha ferroviária de via dupla e eletrificada e por Vila Real ser servida por uma linha de via simples e não eletrificada.


4. A elevada sazonalidade no movimento de passageiros no aeroporto de Faro pode ser combatida através de medidas como, por exemplo,
(A) a divulgação do turismo balnear e a redução dos preços nos hotéis e na restauração. 
(B) a realização de torneios internacionais de golfe e a dinamização de atividades para o turismo sénior. 
(C) o aumento do número de casinos e a realização de safaris no Parque Natural da Ria Formosa. 
(D) a reabertura de estâncias termais e a limitação do número de voos low cost durante a época balnear.


5. Nas médias distâncias, o modo de transporte aéreo de passageiros tem desvantagens, relativamente ao modo de transporte ferroviário, como, por exemplo,
(A) o cumprimento de horários rígidos e a necessidade de recorrer a outro modo de transporte. 
(B) a emissão de grandes quantidades de CO2 e os elevados custos de funcionamento. 
(C) o baixo nível de segurança e o elevado consumo de combustíveis fósseis. 
(D) a suspensão de voos durante a noite e as perdas de tempo no embarque e no desembarque.

CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO VI

O gráfico da Figura 6 mostra a evolução das exportações portuguesas por modo de transporte, no período de 1980 a 2007.




1. Refira, a partir dos dados do gráfico da Figura 6, o volume aproximado das exportações portuguesas nos anos de 1980 e de 2007.





2. Justifique a alteração que se verificou na utilização dos dois principais modos de transporte, a partir do final da década de 90 do século XX, evidenciada na Figura 6.





3. Refira duas das razões que explicam a reduzida quantidade de mercadorias exportadas por modo de transporte aéreo.





4. Explique os efeitos que o investimento realizado por Portugal em infraestruturas de transporte nas últimas décadas teve:
• na coesão territorial do país; 
• na internacionalização da economia do país..
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.

CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO V

Na Europa, o número de nascimentos diminuiu significativamente nas últimas décadas do século XX. A Figura 5 representa o índice sintético de fecundidade, em 2008, nos países da União Europeia.




1. Identifique, a partir da análise da Figura 5, dois dos países da União Europeia que apresentam um índice sintético de fecundidade igual ou superior a 1,55 e cujo território se encontra integralmente a leste do meridiano 10º E.





2. Apresente duas das razões que explicam a quebra do índice sintético de fecundidade associada à entrada das mulheres no mercado de trabalho.





3. Justifique o facto de a informação do mapa da Figura 5 nos permitir afirmar que a generalidade dos países da União Europeia não assegura a renovação das gerações.





4. Explique as preocupações dos governos dos países da União Europeia com o envelhecimento da população, considerando:

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL






GRUPO III

          A barragem do Alqueva e as infraestruturas que lhe estão associadas, ao garantirem o abastecimento de água, possibilitaram a diversificação de culturas e trouxeram ao Alentejo uma nova paisagem agrária.
          Pelos campos, antes salpicados, maioritariamente, de manchas douradas, tal era a abundância do cereal, avistam-se agora mais tonalidades, consoante a cultura que acolhem. O verde passou a ser a cor dominante. O olival e a vinha ocupam áreas cada vez mais vastas. Até o milho, cultura exigente em água, está em franca expansão.
          Em 2011, o plano de regadio do Alqueva beneficiou 33 600 ha de culturas, sendo 53% de olival, 13% de milho, 8% de vinha, 8% de pastagens/forragens, 6% de culturas arvenses, 5% de hortícolas e 3% de fruteiras e girassol.


Fonte: jornal Diário do Alentejo, 19 de outubro de 2012 (adaptado)


1. O plano de regadio do Alqueva introduziu alterações na paisagem agrária alentejana, de entre as quais se destaca
(A) o aumento da área de montado. 
(B) a intensificação dos sistemas de cultivo. 
(C) o alargamento da área ocupada por cereais. 
(D) a fragmentação das propriedades agrícolas.


2. As culturas permanentes que mais beneficiam com o plano de regadio do Alqueva são
(A) a vinha e o olival. 
(B) o girassol e o milho. 
(C) o olival e o milho. 
(D) a vinha e o girassol.


3. A barragem do Alqueva constitui um fator de desenvolvimento económico do Alentejo porque, além das alterações na agricultura, permitiu
(A) a criação de parques industriais e a atração de população jovem. 
(B) a prática de desportos náuticos e a expansão das áreas de floresta. 
(C) o aumento do turismo termal e a diversificação de serviços. 
(D) o aumento do turismo em espaço rural e a criação de emprego.


4. A melhoria da competitividade da agricultura portuguesa passa, entre outras medidas,
(A) pela reestruturação fundiária e pela modernização das infraestruturas agrícolas. 
(B) pelo aumento da mão de obra agrícola e pela drenagem dos solos. 
(C) pelo aumento da área de pousio e pela introdução de novas espécies. 
(D) pela mecanização e pela redução da área ocupada com culturas permanentes.


5. Na revisão da PAC, em 2003, deu-se prioridade à proteção e ao reforço do património rural, através da aplicação de medidas como
(A) o aumento da produção e a preservação das paisagens agrícolas tradicionais. 
(B) o uso de espécies transgénicas e o combate às alterações climáticas. 
(C) a redução do uso de químicos sintéticos e a correta gestão da água. 
(D) a diversificação das atividades económicas e o aumento dos preços ao produtor.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS HÍDRICOS | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL






GRUPO II

A Figura 2 representa a variação interanual da precipitação em Portugal continental, no período de 1931 a 2011.




1. A variação interanual da precipitação, no período de 1931 a 2011, caracterizou-se, de acordo com a Figura 2, por
(A) uma grande regularidade, uma vez que não se registaram desvios significativos relativamente à média de 1971-2000. 
(B) uma grande regularidade, na medida em que alternaram anos de elevada precipitação com anos de precipitação baixa. 
(C) uma grande irregularidade, porque o número de anos com precipitação anual abaixo da média tem vindo a aumentar. 
(D) uma grande irregularidade, pois as diferenças interanuais da precipitação podem ser superiores a 600 mm. 


2. Os valores mais baixos de precipitação, no período considerado na Figura 2, ocorreram nos anos
(A) de 2004 e de 2007. 
(B) de 2005 e de 2007. 
(C) de 1944 e de 2004. 
(D) de 1944 e de 2005.


3. A maior parte da precipitação que ocorre em Portugal continental é de tipo
(A) convectivo. 
(B) convergente. 
(C) frontal. 
(D) orográfico.


4. A variação intra-anual da precipitação, em Portugal continental, explica-se, entre outras razões, pela posição do país
(A) entre as latitudes de 30° N e de 37° N, o que faz com que seja influenciado, na maior parte do ano, pela faixa de altas pressões subtropicais. 
(B) entre as latitudes de 37° N e de 42° N, o que o coloca na zona de transição entre as baixas pressões subpolares e as altas pressões subtropicais. 
(C) junto ao oceano, o que permite que seja afetado ao longo de todo o ano por massas de ar marítimo, tropical ou polar. 
(D) junto ao oceano, o que favorece a ascendência das massas de ar marítimo, que aquecem em contacto com a terra.


5. A variação interanual da precipitação, que a Figura 2 representa, mostra a necessidade de se fazer uma correta gestão da água através de medidas como, por exemplo,
(A) o armazenamento de água em cisternas e a redução da área de regadio nas regiões com maior precipitação. 
(B) o incentivo à abertura de poços particulares e a regulamentação dos consumos domésticos e industriais. 
(C) a construção de barragens e o aumento do número de estações de dessalinização de água do mar. 
(D) a adoção de práticas eficientes de consumo e a redução de perdas de água na rede de distribuição.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO IV

O número de cidades em Portugal, que em 1982 ascendia a 47, aumentou significativamente nas
três últimas décadas, desde que a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, veio estabelecer os parâmetros para a elevação de um aglomerado populacional a cidade. Mas, ao mesmo tempo que se assiste a uma autêntica corrida pela elevação a cidade, há vilas que recusam o título. São poucas, mas parecem irredutíveis na sua decisão.


Fonte: jornal Público, 10 de janeiro de 2010 (adaptado)




1. Depois de 1981, foram elevadas a cidade localidades na ilha da Madeira e nas ilhas de
(A) Porto Santo, São Jorge e Santa Maria. 
(B) Porto Santo, Terceira e São Miguel. 
(C) Graciosa, São Jorge e Porto Santo. 
(D) São Miguel, Graciosa e Porto Santo.


2. O maior número de localidades portuguesas elevadas à categoria de cidade a partir de 1981, de acordo com a Figura 4, verificou-se nos distritos
(A) de Aveiro e do Porto. 
(B) de Aveiro e de Faro. 
(C) de Lisboa e do Porto. 
(D) de Faro e de Lisboa.


3. Em Portugal, de acordo com a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, para que uma vila possa ser elevada a cidade é necessário que, cumulativamente, disponha
(A) de mais de 5000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de equipamentos de saúde de nível hierárquico superior. 
(B) de mais de 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, metade de um conjunto de equipamentos coletivos pré-definido. 
(C) de mais de 5000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de um património cultural e arquitetónico relevante. 
(D) de mais de 8000 residentes em aglomerado populacional contínuo e de, pelo menos, um estabelecimento de ensino superior.


4. A afirmação «a rede urbana portuguesa tornou-se mais equilibrada com a elevação de um grande número de vilas à categoria de cidade» é
(A) verdadeira, porque o aumento do número de cidades com funções hierárquicas superiores levou à redução do respetivo raio de influência. 
(B) falsa, porque o aumento do número de cidades médias conduziu a uma distribuição mais homogénea da população. 
(C) verdadeira, porque a maioria das novas cidades localiza-se na proximidade das duas grandes metrópoles, o que reforçou a posição hierárquica destas. 
(D) falsa, porque grande parte das novas cidades não tem dimensão demográfica e funcional que dinamize uma grande área de influência.


5. As cidades devem assumir-se como centros de dinamização dos espaços rurais envolventes através, por exemplo,
(A) da desconcentração dos serviços administrativos e da valorização de recursos exógenos. 
(B) da absorção da mão de obra agrícola e da valorização ambiental do espaço rural. 
(C) da construção de habitações de arquitetura tradicional e do êxodo da população agrícola. 
(D) da fixação de serviços de apoio às atividades rurais e da divulgação de produtos regionais.

CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL






GRUPO I

A Figura 1 representa a evolução da população residente em Portugal, no período de 1960 a 2011.




1. A população residente em Portugal, no período considerado na Figura 1, registou
(A) um crescimento negativo de 1960 a 1970 e um forte crescimento positivo de 1970 a 1981. 
(B) um crescimento negativo de 1981 a 1991 e um crescimento nulo de 1991 a 2001. 
(C) um crescimento nulo de 1981 a 1991 e um forte crescimento positivo de 1991 a 2011. 
(D) um crescimento nulo de 1960 a 1970 e um fraco crescimento positivo de 2001 a 2011.


2. A população residente em Portugal, de 1960 a 2011, aumentou
(A) menos de 1 milhão de pessoas. 
(B) entre 1 e 1,5 milhões de pessoas. 
(C) entre 1,5 e 2 milhões de pessoas. 
(D) mais de 2 milhões de pessoas.


3. A evolução da população residente em Portugal, a partir de 1991, é o resultado
(A) de um crescimento natural negativo e de um crescimento migratório positivo. 
(B) de um saldo fisiológico positivo e de um crescimento migratório negativo. 
(C) de um fraco crescimento natural e de um saldo migratório positivo. 
(D) de um reduzido saldo fisiológico e de um saldo migratório nulo.


4. O Alentejo foi a única NUTS II portuguesa que, entre 2001 e 2011, perdeu população residente, devido, entre outras razões, ao
(A) êxodo de jovens das áreas rurais para as cidades com estabelecimentos de ensino superior. 
(B) incremento dos movimentos pendulares com a Estremadura espanhola. 
(C) envelhecimento da população, resultante do aumento da esperança média de vida. 
(D) elevado número de óbitos, relativamente ao número de nascimentos.


5. Em Portugal, de 1960 a 2011, ocorreram alterações significativas nos indicadores demográficos, das quais se destacam
(A) a diminuição da taxa de mortalidade infantil e a maior integração social das mulheres. 
(B) o aumento do índice de dependência de idosos e a redução da taxa de fecundidade. 
(C) a diminuição da taxa de mortalidade e a diminuição da taxa de atividade feminina. 
(D) o aumento do índice de dependência de jovens e a melhoria do nível de qualificação.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO III

A Figura 3 representa a distribuição, em Portugal, do número de explorações agrícolas e da SAU, por classes de SAU, em 1999 e 2009. As percentagens correspondem ao peso de cada classe de SAU no total nacional, em cada ano.




1. A estrutura fundiária portuguesa, de acordo com os dados da Figura 3, caracteriza-se, quer em 1999, quer em 2009, por apresentar
(A) mais de 75% de explorações com dimensão inferior a 5 ha. 
(B) mais de 25% de explorações com dimensão entre 0 e 1 ha. 
(C) menos de 50% de explorações com dimensão entre 1 e 5 ha. 
(D) menos de 20% de explorações com dimensão igual ou superior a 5 ha.


2. O aumento, de 1999 a 2009, da dimensão média da SAU das explorações agrícolas com 50 e mais hectares verificou-se, sobretudo, nas regiões agrárias
(A) de Trás-os-Montes e da Beira Interior. 
(B) do Ribatejo e Oeste e do Alentejo. 
(C) do Ribatejo e Oeste e da Beira Interior. 
(D) de Trás-os-Montes e do Alentejo.


3. De entre as razões que explicam que Portugal tenha perdido cerca de 111 000 explorações agrícolas, entre 1999 e 2009, pode referir-se
(A) o incentivo à utilização da rotação de culturas, com recurso ao pousio. 
(B) o apoio ao modo de produção biológico através de fundos comunitários. 
(C) a obrigatoriedade da aplicação de set-aside nas explorações de maior dimensão. 
(D) a fraca competitividade do sector agrícola português face ao espanhol.


4. A agricultura portuguesa, além das deficiências estruturais que o gráfico da Figura 3 evidencia,
caracteriza‑se
(A) pela feminização do sector agrícola e pela elevada percentagem de mão de obra agrícola a tempo completo. 
(B) pela elevada qualificação profissional dos produtores agrícolas e pelo custo elevado dos fatores de produção. 
(C) pela predominância de mão de obra familiar e pelo envelhecimento dos produtores agrícolas. 
(D) pela reduzida dimensão económica das explorações e pelo elevado número de sociedades agrícolas.


5. A dinamização do sector agrícola português passa, entre outras medidas,
(A) pela redução do custo dos fatores de produção agrícola e pelo incentivo ao associativismo dos produtores. 
(B) pela utilização de organismos geneticamente modificados e pelo aumento do número de blocos por exploração. 
(C) pela limitação das exportações de produtos agrícolas e pelo aumento da qualificação dos agricultores. 
(D) pela diminuição do preço dos produtos no produtor e pelo aumento do controlo da qualidade dos produtos.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS HÍDRICOS E ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO II

O mapa da Figura 2 consta da versão para consulta pública do Plano das Bacias Hidrográficas das ribeiras do Oeste.




1. A maioria das ribeiras principais da região Oeste, representadas na Figura 2, tem orientações
(A) este-oeste e norte-sul. 
(B) este-oeste e sudeste-noroeste. 
(C) sudoeste-nordeste e sudeste-noroeste. 
(D) norte-sul e sudoeste-nordeste.


2. As maiores necessidades de água nas bacias hidrográficas das ribeiras do Oeste a norte de Peniche, segundo os dados da Figura 2, verificam-se em usos
(A) urbanos, dado que há um grande número de cidades de média dimensão. 
(B) agrícolas, devido ao grande investimento realizado no olival intensivo. 
(C) agrícolas, porque se regista uma elevada produção hortícola e frutícola. 
(D) urbanos, uma vez que predominam processos de urbanização difusa.


3. A agricultura e a criação de gado são atividades económicas que, em regiões como a do Oeste, afetam
(A) a qualidade das águas superficiais e subterrâneas, devido à elevada concentração de nitratos, de fosfatos e de substâncias orgânicas. 
(B) a qualidade das águas superficiais e subterrâneas, devido à salinização provocada pela invasão das águas do mar. 
(C) a quantidade de águas superficiais, uma vez que estas são desviadas para as explorações de agricultura extensiva. 
(D) a quantidade de águas subterrâneas, porque a retenção de água para fins agrícolas em mini-hídricas impede a infiltração.


4. A preservação da qualidade dos recursos hídricos passa, entre outras medidas,
(A) por limitar o consumo de água no verão e por utilizar produtos químicos de síntese na agricultura. 
(B) por limitar a área destinada a culturas de sequeiro e por aplicar multas pesadas aos agentes poluidores. 
(C) por construir Estações de Tratamento de Águas (ETA) e por promover transvases nos rios internacionais. 
(D) por construir Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e por privilegiar a agricultura biológica.


5. Os Planos de Bacia Hidrográfica são instrumentos de planeamento que têm como principais objetivos
(A) impor regras de ocupação, de uso e de transformação do solo nas bacias hidrográficas e contribuir para a satisfação das necessidades de água da população. 
(B) proteger as águas ao nível das bacias hidrográficas e contribuir para a valorização económica dos recursos hídricos existentes. 
(C) requalificar os recursos hídricos e interditar a descarga direta de efluentes nas albufeiras de águas públicas. 
(D) avaliar a disponibilidade e o estado das águas superficiais e subterrâneas e definir as normas para a elaboração da Diretiva Quadro da Água.

CORRECÇÃO DO TEMA TEMA RECURSOS HÍDRICOS | EXAME 2012 FASE 1





GRUPO I

Na Figura 1, estão representados os gráficos termopluviométricos de algumas estações meteorológicas, construídos a partir das normais climatológicas (1971-2000), que mostram as características climáticas de Portugal continental.




1. A posição relativamente ao oceano é, de acordo com a Figura 1, o principal fator explicativo da diferença nos valores da temperatura e da precipitação entre as estações meteorológicas
(A) de Sines e de Bragança. 
(B) de Braga e de Beja. 
(C) de Faro e de Coimbra. 
(D) de Coimbra e de Castelo Branco.


2. O número de meses secos registado nas estações meteorológicas a norte do rio Douro, representadas na Figura 1, deve-se, entre outras razões, à influência
(A) dos ventos quentes continentais, durante o verão. 
(B) do anticiclone dos Açores, durante grande parte do ano. 
(C) das perturbações da frente polar, ao longo do ano. 
(D) da nortada, durante o período de inverno.


3. O clima de Portugal continental, apesar da grande variabilidade regional, caracteriza-se, em geral, por apresentar
(A) verões quentes e secos e invernos suaves e chuvosos. 
(B) verões frescos e húmidos e invernos rigorosos e pouco chuvosos. 
(C) verões frescos e húmidos e invernos suaves e chuvosos. 
(D) verões quentes e secos e invernos rigorosos e pouco chuvosos.


4. Os fatores do clima que explicam a diversidade de comportamento dos elementos climáticos no território de Portugal continental são, entre outros,
(A) a nebulosidade e as correntes marítimas. 
(B) a latitude e o relevo. 
(C) a altitude e o vento. 
(D) a humidade relativa e a pressão atmosférica.


5. O armazenamento de água em barragens, além de ajudar a regularizar o caudal dos rios portugueses, garante a
(A) ausência de cheias a montante da barragem, em anos com elevados quantitativos de precipitação. 
(B) qualidade da água, ao eliminar os fatores responsáveis pela eutrofização. 
(C) diminuição da erosão dos solos a montante da barragem, em períodos de chuva torrencial. 
(D) disponibilidade de água nos meses secos para consumo doméstico e agrícola.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2013 FASE 2






GRUPO VI

O Parque das Nações, em Lisboa, é um espaço vivo, dinâmico e multifuncional, que resultou de um processo de renovação de uma antiga área industrial.




1. Apresente duas das características de um processo de renovação urbana como o que ocorreu na área representada na Figura 5.






2. Indique dois dos impactes que a construção da ponte Vasco da Gama, observável na Figura 5, teve no território dos concelhos orientais da margem sul do estuário do Tejo.






3. Mencione dois dos fatores que mais contribuíram para o elevado valor da renda locativa no Parque das Nações.






4. Explique a importância de intervenções como a verificada na parte oriental da cidade de Lisboa, tendo em conta os tópicos de referência seguintes:
• as alterações da estrutura interna das cidades; 
• a internacionalização das cidades.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS MARÍTIMOS | EXAME 2013 FASE 2






GRUPO V

A Figura 4 representa um troço da costa portuguesa na região de Lisboa.




1. Indique duas das características do tipo de costa que a Figura 4 representa.







2. Refira duas das causas do recuo da linha de costa que se tem verificado em alguns troços do litoral português, como o representado na Figura 4.






3. Apresente duas das medidas contempladas em planos de ordenamento da orla costeira que visam a proteção do litoral.







4. Explique a importância de Portugal ter uma estratégia nacional para o mar, tendo em conta os tópicos de referência seguintes::
• a posição geográfica do país;
• as potencialidades económicas do oceano.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.