CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO V

A Figura 4 representa a distribuição da temperatura média anual baseada nas normais climatológicas (1961-1990), em Portugal continental.




1. Identifique duas das principais serras localizadas a norte do rio Douro, onde, de acordo com a Figura 4, se registam temperaturas médias anuais inferiores a 10 ºC.






2. Refira o modo como a proximidade do oceano afeta as temperaturas ao longo do ano na faixa litoral portuguesa.






3. Mencione dois dos fatores que explicam a variação da temperatura ao longo do dia.






4. Justifique a distribuição espacial dos valores das temperaturas médias anuais, em Portugal continental, observados na Figura 4, tendo em consideração:
• as características do relevo;
• as diferenças de latitude.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO III

A Figura 3 representa a evolução do número de produtores certificados em agricultura biológica e a evolução da área em modo de produção biológico em Portugal continental, de 1994 a 2008.




1. A taxa de crescimento mais elevada da área em modo de produção biológico, segundo os dados da Figura 3, verificou-se no período de
(A) 1999 a 2000. 
(B) 2001 a 2002. 
(C) 2003 a 2004
(D) 2006 a 2007.


2. A agricultura biológica é um método de produção que se caracteriza
(A) por recorrer à fertilização orgânica e por promover a rotação de culturas. 
(B) por utilizar espécies transgénicas e por ocupar permanentemente o solo. 
(C) por recuperar técnicas tradicionais e por usar pesticidas de síntese. 
(D) por obter elevado rendimento e por valorizar as espécies autóctones.


3. A aposta na agricultura biológica valoriza as áreas rurais, porque
(A) baixa o preço dos produtos agrícolas e conserva a qualidade das águas. 
(B) promove o emprego e garante o abastecimento do mercado nacional. 
(C) dinamiza a economia local e preserva a biodiversidade. 
(D) facilita a certificação de produtos agrícolas e favorece o êxodo rural.


4. O aumento do número de explorações de criação de animais em modo de produção biológico, registado na última década, traduziu-se
(A) na expansão da área de regadio e na eliminação de doenças, como a gripe das aves. 
(B) no alargamento da área de pastagens permanentes e no aumento da estabulação dos animais. 
(C) no crescimento do consumo de rações e na diminuição do uso de produtos químicos. 
(D) na maior oferta de produtos de qualidade e no incremento do pastoreio em regime extensivo.


5. A reforma da PAC, em 2003, ajudou ao incremento da agricultura biológica nos países da União Europeia, porque
(A) incentivou o sistema de pousio e aumentou as quotas de produção de hortofrutícolas. 
(B) promoveu a qualidade dos alimentos e condicionou as ajudas ao respeito pelas normas ambientais. 
(C) estabilizou os preços na produção e garantiu o rendimento dos agricultores. 
(D) favoreceu os processos de reconversão agrícola e aumentou as ajudas à produção.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS DO SUBSOLO | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO II

O que é que o palácio de Versalhes, em França, o Ground Zero, em Nova Iorque, o edifício do Banco Mundial, no Catar, ou a sede da Petro China, em Pequim, podem ter em comum? Pedra portuguesa. Eis a resposta.
Fonte: semanário Expresso, 4 de fevereiro de 2012


O mapa da Figura 2 representa a localização dos principais núcleos de exploração de rochas ornamentais, em Portugal continental.




1. A maioria das explorações de rochas ornamentais, de acordo com o mapa da Figura 2, localiza-se
(A) na Orla Meridional. 
(B) na Bacia do Tejo e do Sado. 
(C) na Orla Ocidental. 
(D) no Maciço Antigo.


2. A procura internacional de rochas ornamentais portuguesas está associada à
(A) pouca utilização das rochas no mercado nacional. 
(B) forte incorporação de design nacional nas peças exportadas. 
(C) boa relação qualidade/preço da pedra nacional. 
(D) grande dimensão das empresas nacionais do sector.


3. A exploração de recursos do subsolo em minas e em pedreiras gera impactes ambientais como
(A) a descida do nível freático e o aumento de incidência de doenças respiratórias. 
(B) a alteração da morfologia do terreno e a contaminação das águas. 
(C) a degradação da paisagem e o esgotamento dos solos. 
(D) a produção de resíduos perigosos e a redução dos níveis de segurança no trabalho.


4. O sector dos minerais metálicos que, a seguir ao das rochas ornamentais, tem registado maior crescimento engloba a exploração
(A) de cobre, de zinco e de estanho. 
(B) de urânio, de ardósia e de quartzo. 
(C) de cobre, de urânio e de quartzo. 
(D) de ardósia, de estanho e de zinco.


5. A localização de fábricas de produtos cerâmicos no distrito de Aveiro deveu-se, inicialmente, à
(A) proximidade do porto de Aveiro, por onde chega a maior parte das matérias-primas. 
(B) abundância de caulinos e de argilas, as principais matérias-primas destas indústrias. 
(C) forte concentração de empresas de construção civil que utilizam esses produtos. 
(D) utilização de novos materiais, desenvolvidos em colaboração com a universidade.

CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO I

A Figura 1 representa a estrutura da população portuguesa do continente e das regiões autónomas, em percentagem, por nível de ensino completo, nos anos de 1991, de 2001 e de 2011.




1. O nível de ensino que registou o maior crescimento relativo, de 1991 a 2001, foi, de acordo com a Figura 1, o ensino
(A) superior. 
(B) secundário. 
(C) básico – 3.º ciclo. 
(D) básico – 2.º ciclo.


2. A taxa de analfabetismo corresponde à percentagem de
(A) população com 10 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população total. 
(B) população com 15 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população total. 
(C) população com 15 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população com 15 ou mais anos. 
(D) população com 10 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população com 10 ou mais anos.


3. A diminuição, de 1991 a 2011, em cerca de 15% do número de indivíduos sem qualquer nível de ensino completo, conforme representado na Figura 1, explica-se, entre outras razões,
(A) pelo alargamento da escolaridade obrigatória e pelo aumento da esperança média de vida. 
(B) pela redução do número de jovens e pela emigração de população sem qualquer nível de ensino. 
(C) pela implementação de programas de educação de adultos e pela mortalidade dos mais idosos. 
(D) pelo aumento do número de imigrantes temporários e pela difusão do ensino a distância.


4. Os baixos níveis de qualificação da população portuguesa, relativamente à média da União Europeia, comprometem o desenvolvimento do país, na medida em que
(A) dificultam a modernização das empresas e condicionam a produtividade. 
(B) limitam o empreendedorismo e diminuem os ativos no sector terciário. 
(C) retraem a participação pública dos cidadãos e dificultam a imigração. 
(D) diminuem a taxa de natalidade e aumentam o desemprego de longa duração.


5. Para aumentar o nível de qualificação profissional dos jovens portugueses, devem ser tomadas medidas que passam
(A) por dinamizar cursos de formação de empresários e por diminuir os requisitos para a obtenção da carteira profissional. 
(B) por alargar a rede de escolas profissionais públicas e por valorizar, sobretudo, cursos de prosseguimento de estudos. 
(C) por reduzir a idade de acesso ao mercado de trabalho e por atribuir incentivos fiscais à criação de postos de trabalho. 
(D) por diversificar as ofertas de formação inicial e por aumentar o número de horas de formação em contexto real de trabalho.

TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO VI

A Figura 5 representa uma vista aérea da cidade de Viseu, na qual está delimitado o centro histórico.





1. Refira duas das características morfológicas de centros históricos como o da cidade de Viseu, delimitado na Figura 5.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Mencione duas das causas do despovoamento que se tem verificado no centro histórico da maioria das cidades portuguesas.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


3. Apresente duas das medidas que podem contribuir para a recuperação da atratividade de áreas como a delimitada na Figura 5.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


4. Explique de que modo o desenvolvimento de cidades médias, como Viseu, pode atenuar o desequilíbrio da rede urbana portuguesa, tendo em conta os tópicos de referência seguintes:
• o investimento em infraestruturas e em equipamentos especializados; 
• o aproveitamento dos recursos da região.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO V

As Figuras 4A e 4B representam, respetivamente, a distribuição espacial da radiação solar global nos meses de janeiro e de julho de 2011, em Portugal continental.




1. Mencione dois dos processos que ocorrem na atmosfera e que afetam a quantidade da radiação solar que chega à superfície da Terra.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Refira os dois principais fatores climáticos explicativos da distribuição da radiação solar em Portugal continental, um para o mês de janeiro e outro para o mês de julho.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



3. Apresente duas das vantagens associadas aos elevados valores anuais da radiação solar recebida em Portugal continental.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


4. Explique as diferenças que se registam nos valores da radiação solar recebida em Portugal continental, ao longo do ano, tendo em consideração os tópicos de referência seguintes:
• a altura meridiana do Sol;
• as condições de transparência da atmosfera.
Em cada um dos tópicos, a explicação deve focar dois aspetos.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _

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TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO IV

A Figura 3 representa a distância-tempo, em transporte rodoviário ligeiro, a partir dos aeroportos internacionais de Lisboa, do Porto e de Faro, em 2006.




1. Se considerarmos que, na Figura 3, os limites das classes correspondem a linhas que unem pontos a igual distância-tempo aos aeroportos internacionais, então estas linhas denominam-se
(A) isossistas. 
(B) isoietas. 
(C) isócronas. 
(D) isótimas.


2. Duas das capitais de distrito que, de acordo com a Figura 3, se encontravam a mais de uma hora e meia do aeroporto internacional português mais próximo eram
(A) Vila Real e Guarda. 
(B) Covilhã e Viseu. 
(C) Elvas e Castelo Branco. 
(D) Bragança e Portalegre.


3. Coimbra e Vila Real, que em linha reta estão, respetivamente, a cerca de 105 km e 75 km do Porto, encontram-se, de acordo com o mapa da Figura 3, aproximadamente a uma hora do aeroporto Francisco Sá Carneiro, o que se explica, entre outras razões,
(A) por Coimbra ser servida pela A1, que tem um traçado retilíneo, e por Vila Real ser servida pelo IP4, que tem um traçado sinuoso. 
(B) por Coimbra ser servida pelo Alfa Pendular e pelo Intercidades e por Vila Real não possuir um serviço regular de comboio. 
(C) por Coimbra ser servida por uma autoestrada com tráfego muito intenso e por Vila Real ser servida por uma autoestrada com tráfego reduzido. 
(D) por Coimbra ser servida por uma linha ferroviária de via dupla e eletrificada e por Vila Real ser servida por uma linha de via simples e não eletrificada.


4. A elevada sazonalidade no movimento de passageiros no aeroporto de Faro pode ser combatida através de medidas como, por exemplo,
(A) a divulgação do turismo balnear e a redução dos preços nos hotéis e na restauração. 
(B) a realização de torneios internacionais de golfe e a dinamização de atividades para o turismo sénior. 
(C) o aumento do número de casinos e a realização de safaris no Parque Natural da Ria Formosa. 
(D) a reabertura de estâncias termais e a limitação do número de voos low cost durante a época balnear.


5. Nas médias distâncias, o modo de transporte aéreo de passageiros tem desvantagens, relativamente ao modo de transporte ferroviário, como, por exemplo,
(A) o cumprimento de horários rígidos e a necessidade de recorrer a outro modo de transporte. 
(B) a emissão de grandes quantidades de CO2 e os elevados custos de funcionamento. 
(C) o baixo nível de segurança e o elevado consumo de combustíveis fósseis. 
(D) a suspensão de voos durante a noite e as perdas de tempo no embarque e no desembarque.

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TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO III

          A barragem do Alqueva e as infraestruturas que lhe estão associadas, ao garantirem o abastecimento de água, possibilitaram a diversificação de culturas e trouxeram ao Alentejo uma nova paisagem agrária.
          Pelos campos, antes salpicados, maioritariamente, de manchas douradas, tal era a abundância do cereal, avistam-se agora mais tonalidades, consoante a cultura que acolhem. O verde passou a ser a cor dominante. O olival e a vinha ocupam áreas cada vez mais vastas. Até o milho, cultura exigente em água, está em franca expansão.
          Em 2011, o plano de regadio do Alqueva beneficiou 33 600 ha de culturas, sendo 53% de olival, 13% de milho, 8% de vinha, 8% de pastagens/forragens, 6% de culturas arvenses, 5% de hortícolas e 3% de fruteiras e girassol.


Fonte: jornal Diário do Alentejo, 19 de outubro de 2012 (adaptado)


1. O plano de regadio do Alqueva introduziu alterações na paisagem agrária alentejana, de entre as quais se destaca
(A) o aumento da área de montado. 
(B) a intensificação dos sistemas de cultivo. 
(C) o alargamento da área ocupada por cereais. 
(D) a fragmentação das propriedades agrícolas.


2. As culturas permanentes que mais beneficiam com o plano de regadio do Alqueva são
(A) a vinha e o olival. 
(B) o girassol e o milho. 
(C) o olival e o milho. 
(D) a vinha e o girassol.


3. A barragem do Alqueva constitui um fator de desenvolvimento económico do Alentejo porque, além das alterações na agricultura, permitiu
(A) a criação de parques industriais e a atração de população jovem. 
(B) a prática de desportos náuticos e a expansão das áreas de floresta. 
(C) o aumento do turismo termal e a diversificação de serviços. 
(D) o aumento do turismo em espaço rural e a criação de emprego.


4. A melhoria da competitividade da agricultura portuguesa passa, entre outras medidas,
(A) pela reestruturação fundiária e pela modernização das infraestruturas agrícolas. 
(B) pelo aumento da mão de obra agrícola e pela drenagem dos solos. 
(C) pelo aumento da área de pousio e pela introdução de novas espécies. 
(D) pela mecanização e pela redução da área ocupada com culturas permanentes.


5. Na revisão da PAC, em 2003, deu-se prioridade à proteção e ao reforço do património rural, através da aplicação de medidas como
(A) o aumento da produção e a preservação das paisagens agrícolas tradicionais. 
(B) o uso de espécies transgénicas e o combate às alterações climáticas. 
(C) a redução do uso de químicos sintéticos e a correta gestão da água. 
(D) a diversificação das atividades económicas e o aumento dos preços ao produtor.

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TEMA RECURSOS HÍDRICOS | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO II

A Figura 2 representa a variação interanual da precipitação em Portugal continental, no período de 1931 a 2011.




1. A variação interanual da precipitação, no período de 1931 a 2011, caracterizou-se, de acordo com a Figura 2, por
(A) uma grande regularidade, uma vez que não se registaram desvios significativos relativamente à média de 1971-2000. 
(B) uma grande regularidade, na medida em que alternaram anos de elevada precipitação com anos de precipitação baixa. 
(C) uma grande irregularidade, porque o número de anos com precipitação anual abaixo da média tem vindo a aumentar. 
(D) uma grande irregularidade, pois as diferenças interanuais da precipitação podem ser superiores a 600 mm. 


2. Os valores mais baixos de precipitação, no período considerado na Figura 2, ocorreram nos anos
(A) de 2004 e de 2007. 
(B) de 2005 e de 2007. 
(C) de 1944 e de 2004. 
(D) de 1944 e de 2005.


3. A maior parte da precipitação que ocorre em Portugal continental é de tipo
(A) convectivo. 
(B) convergente. 
(C) frontal. 
(D) orográfico.


4. A variação intra-anual da precipitação, em Portugal continental, explica-se, entre outras razões, pela posição do país
(A) entre as latitudes de 30° N e de 37° N, o que faz com que seja influenciado, na maior parte do ano, pela faixa de altas pressões subtropicais. 
(B) entre as latitudes de 37° N e de 42° N, o que o coloca na zona de transição entre as baixas pressões subpolares e as altas pressões subtropicais. 
(C) junto ao oceano, o que permite que seja afetado ao longo de todo o ano por massas de ar marítimo, tropical ou polar. 
(D) junto ao oceano, o que favorece a ascendência das massas de ar marítimo, que aquecem em contacto com a terra.


5. A variação interanual da precipitação, que a Figura 2 representa, mostra a necessidade de se fazer uma correta gestão da água através de medidas como, por exemplo,
(A) o armazenamento de água em cisternas e a redução da área de regadio nas regiões com maior precipitação. 
(B) o incentivo à abertura de poços particulares e a regulamentação dos consumos domésticos e industriais. 
(C) a construção de barragens e o aumento do número de estações de dessalinização de água do mar. 
(D) a adoção de práticas eficientes de consumo e a redução de perdas de água na rede de distribuição.

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TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO VI

A Figura 5 representa a evolução da população residente nos concelhos de Lisboa e do Porto e nas respetivas áreas metropolitanas, de 1900 a 2011.





1. Defina «área metropolitana».
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Apresente duas das razões que explicam a evolução da população residente nos concelhos de Lisboa e do Porto, nos últimos trinta anos.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


3. Indique, a partir dos dados da Figura 5, a percentagem aproximada da população residente no conjunto das duas áreas metropolitanas, no total da população do país, em 2011.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


4. Explique os efeitos do crescimento demográfico das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto:
• na qualidade de vida das respetivas populações; 
• na ocupação do território de Portugal continental.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _

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TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO V

A Figura 4 representa a distribuição da temperatura média anual baseada nas normais climatológicas (1961-1990), em Portugal continental.




1. Identifique duas das principais serras localizadas a norte do rio Douro, onde, de acordo com a Figura 4, se registam temperaturas médias anuais inferiores a 10 ºC.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Refira o modo como a proximidade do oceano afeta as temperaturas ao longo do ano na faixa litoral portuguesa.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



3. Mencione dois dos fatores que explicam a variação da temperatura ao longo do dia.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


4. Justifique a distribuição espacial dos valores das temperaturas médias anuais, em Portugal continental, observados na Figura 4, tendo em consideração:
• as características do relevo;
• as diferenças de latitude.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _

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TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2013 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO I

A Figura 1 representa a evolução da população residente em Portugal, no período de 1960 a 2011.




1. A população residente em Portugal, no período considerado na Figura 1, registou
(A) um crescimento negativo de 1960 a 1970 e um forte crescimento positivo de 1970 a 1981. 
(B) um crescimento negativo de 1981 a 1991 e um crescimento nulo de 1991 a 2001. 
(C) um crescimento nulo de 1981 a 1991 e um forte crescimento positivo de 1991 a 2011. 
(D) um crescimento nulo de 1960 a 1970 e um fraco crescimento positivo de 2001 a 2011.


2. A população residente em Portugal, de 1960 a 2011, aumentou
(A) menos de 1 milhão de pessoas. 
(B) entre 1 e 1,5 milhões de pessoas. 
(C) entre 1,5 e 2 milhões de pessoas. 
(D) mais de 2 milhões de pessoas.


3. A evolução da população residente em Portugal, a partir de 1991, é o resultado
(A) de um crescimento natural negativo e de um crescimento migratório positivo. 
(B) de um saldo fisiológico positivo e de um crescimento migratório negativo. 
(C) de um fraco crescimento natural e de um saldo migratório positivo. 
(D) de um reduzido saldo fisiológico e de um saldo migratório nulo.


4. O Alentejo foi a única NUTS II portuguesa que, entre 2001 e 2011, perdeu população residente, devido, entre outras razões, ao
(A) êxodo de jovens das áreas rurais para as cidades com estabelecimentos de ensino superior. 
(B) incremento dos movimentos pendulares com a Estremadura espanhola. 
(C) envelhecimento da população, resultante do aumento da esperança média de vida. 
(D) elevado número de óbitos, relativamente ao número de nascimentos.


5. Em Portugal, de 1960 a 2011, ocorreram alterações significativas nos indicadores demográficos, das quais se destacam
(A) a diminuição da taxa de mortalidade infantil e a maior integração social das mulheres. 
(B) o aumento do índice de dependência de idosos e a redução da taxa de fecundidade. 
(C) a diminuição da taxa de mortalidade e a diminuição da taxa de atividade feminina. 
(D) o aumento do índice de dependência de jovens e a melhoria do nível de qualificação.

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TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO IV

Os dados do Quadro 1 mostram o movimento de navios, de mercadorias e de passageiros nos portos de Portugal continental, em 2010.




1. Os dois portos de Portugal continental que, em conjunto, recebem mais de 50% dos navios são, de acordo com o Quadro 1, os
(A) de Lisboa e de Setúbal. 
(B) de Leixões e de Sines. 
(C) de Sines e de Setúbal. 
(D) de Lisboa e de Leixões.


2. O porto de Sines é o porto nacional que recebe navios de maior calado, devido, principalmente, a
(A) estar localizado numa área de águas profundas. 
(B) dispor de elevada capacidade de armazenamento. 
(C) possuir modernos equipamentos de carga e descarga. 
(D) ter boa articulação com as redes rodoviária e ferroviária.


3. A afirmação «os portos como o de Lisboa e o de Leixões devem apostar na atração de navios de cruzeiro» é
(A) verdadeira, porque é uma forma de aumentar as receitas e de dinamizar o comércio e os serviços das áreas envolventes. 
(B) verdadeira, porque é uma forma de compensar a redução que se tem vindo a registar no transporte de mercadorias. 
(C) falsa, porque as frentes ribeirinhas não dispõem de espaço disponível suficiente para a construção de cais especializados. 
(D) falsa, porque as infraestruturas necessárias ao acolhimento de passageiros são demasiado dispendiosas.


4. O transporte marítimo em Portugal é o mais importante nas trocas comerciais, devido, sobretudo,
(A) ao cumprimento das regras impostas pela política de transportes da UE e às boas condições de abrigo da costa. 
(B) à elevada capacidade de carga deste modo de transporte e ao menor consumo de energia por unidade de carga transportada. 
(C) ao baixo nível de poluição atmosférica e à grande flexibilidade na alteração das rotas comerciais. 
(D) à menor probabilidade de ocorrência de acidentes e ao baixo custo das infraestruturas portuárias.


5. Os têxteis e o calçado portugueses são exportados, em grande parte, pelo porto de
(A) Sines, por ter grande especialização na exportação deste tipo de produtos. 
(B) Lisboa, por aí se localizarem os serviços de apoio à exportação. 
(C) Leixões, por ficar mais próximo das fábricas destes produtos.
(D) Setúbal, por possuir boas ligações ferroviárias nacionais e internacionais.

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TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO III

A Figura 3 representa a evolução do número de produtores certificados em agricultura biológica e a evolução da área em modo de produção biológico em Portugal continental, de 1994 a 2008.




1. A taxa de crescimento mais elevada da área em modo de produção biológico, segundo os dados da Figura 3, verificou-se no período de
(A) 1999 a 2000. 
(B) 2001 a 2002. 
(C) 2003 a 2004.
(D) 2006 a 2007.


2. A agricultura biológica é um método de produção que se caracteriza
(A) por recorrer à fertilização orgânica e por promover a rotação de culturas. 
(B) por utilizar espécies transgénicas e por ocupar permanentemente o solo. 
(C) por recuperar técnicas tradicionais e por usar pesticidas de síntese. 
(D) por obter elevado rendimento e por valorizar as espécies autóctones.


3. A aposta na agricultura biológica valoriza as áreas rurais, porque
(A) baixa o preço dos produtos agrícolas e conserva a qualidade das águas. 
(B) promove o emprego e garante o abastecimento do mercado nacional. 
(C) dinamiza a economia local e preserva a biodiversidade. 
(D) facilita a certificação de produtos agrícolas e favorece o êxodo rural.


4. O aumento do número de explorações de criação de animais em modo de produção biológico, registado na última década, traduziu-se
(A) na expansão da área de regadio e na eliminação de doenças, como a gripe das aves. 
(B) no alargamento da área de pastagens permanentes e no aumento da estabulação dos animais. 
(C) no crescimento do consumo de rações e na diminuição do uso de produtos químicos. 
(D) na maior oferta de produtos de qualidade e no incremento do pastoreio em regime extensivo.


5. A reforma da PAC, em 2003, ajudou ao incremento da agricultura biológica nos países da União Europeia, porque
(A) incentivou o sistema de pousio e aumentou as quotas de produção de hortofrutícolas. 
(B) promoveu a qualidade dos alimentos e condicionou as ajudas ao respeito pelas normas ambientais. 
(C) estabilizou os preços na produção e garantiu o rendimento dos agricultores. 
(D) favoreceu os processos de reconversão agrícola e aumentou as ajudas à produção.

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TEMA RECURSOS DO SUBSOLO | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO II

O que é que o palácio de Versalhes, em França, o Ground Zero, em Nova Iorque, o edifício do Banco Mundial, no Catar, ou a sede da Petro China, em Pequim, podem ter em comum? Pedra portuguesa. Eis a resposta.
Fonte: semanário Expresso, 4 de fevereiro de 2012


O mapa da Figura 2 representa a localização dos principais núcleos de exploração de rochas ornamentais, em Portugal continental.






1. A maioria das explorações de rochas ornamentais, de acordo com o mapa da Figura 2, localiza-se
(A) na Orla Meridional. 
(B) na Bacia do Tejo e do Sado. 
(C) na Orla Ocidental. 
(D) no Maciço Antigo.


2. A procura internacional de rochas ornamentais portuguesas está associada à
(A) pouca utilização das rochas no mercado nacional. 
(B) forte incorporação de design nacional nas peças exportadas. 
(C) boa relação qualidade/preço da pedra nacional. 
(D) grande dimensão das empresas nacionais do sector.


3. A exploração de recursos do subsolo em minas e em pedreiras gera impactes ambientais como
(A) a descida do nível freático e o aumento de incidência de doenças respiratórias. 
(B) a alteração da morfologia do terreno e a contaminação das águas. 
(C) a degradação da paisagem e o esgotamento dos solos. 
(D) a produção de resíduos perigosos e a redução dos níveis de segurança no trabalho.


4. O sector dos minerais metálicos que, a seguir ao das rochas ornamentais, tem registado maior crescimento engloba a exploração
(A) de cobre, de zinco e de estanho. 
(B) de urânio, de ardósia e de quartzo. 
(C) de cobre, de urânio e de quartzo. 
(D) de ardósia, de estanho e de zinco.


5. A localização de fábricas de produtos cerâmicos no distrito de Aveiro deveu-se, inicialmente, à
(A) proximidade do porto de Aveiro, por onde chega a maior parte das matérias-primas. 
(B) abundância de caulinos e de argilas, as principais matérias-primas destas indústrias. 
(C) forte concentração de empresas de construção civil que utilizam esses produtos. 
(D) utilização de novos materiais, desenvolvidos em colaboração com a universidade.

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TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA | EXAME 2012 ÉPOCA ESPECIAL





GRUPO I

A Figura 1 representa a estrutura da população portuguesa do continente e das regiões autónomas, em percentagem, por nível de ensino completo, nos anos de 1991, de 2001 e de 2011.




1. O nível de ensino que registou o maior crescimento relativo, de 1991 a 2001, foi, de acordo com a Figura 1, o ensino
(A) superior. 
(B) secundário. 
(C) básico – 3.º ciclo. 
(D) básico – 2.º ciclo.


2. A taxa de analfabetismo corresponde à percentagem de
(A) população com 10 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população total. 
(B) população com 15 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população total. 
(C) população com 15 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população com 15 ou mais anos. 
(D) população com 10 ou mais anos de idade que não sabe ler nem escrever, na população com 10 ou mais anos.


3. A diminuição, de 1991 a 2011, em cerca de 15% do número de indivíduos sem qualquer nível de ensino completo, conforme representado na Figura 1, explica-se, entre outras razões,
(A) pelo alargamento da escolaridade obrigatória e pelo aumento da esperança média de vida. 
(B) pela redução do número de jovens e pela emigração de população sem qualquer nível de ensino. 
(C) pela implementação de programas de educação de adultos e pela mortalidade dos mais idosos. 
(D) pelo aumento do número de imigrantes temporários e pela difusão do ensino a distância.


4. Os baixos níveis de qualificação da população portuguesa, relativamente à média da União Europeia, comprometem o desenvolvimento do país, na medida em que
(A) dificultam a modernização das empresas e condicionam a produtividade.
(B) limitam o empreendedorismo e diminuem os ativos no sector terciário. 
(C) retraem a participação pública dos cidadãos e dificultam a imigração. 
(D) diminuem a taxa de natalidade e aumentam o desemprego de longa duração.


5. Para aumentar o nível de qualificação profissional dos jovens portugueses, devem ser tomadas medidas que passam
(A) por dinamizar cursos de formação de empresários e por diminuir os requisitos para a obtenção da carteira profissional. 
(B) por alargar a rede de escolas profissionais públicas e por valorizar, sobretudo, cursos de prosseguimento de estudos. 
(C) por reduzir a idade de acesso ao mercado de trabalho e por atribuir incentivos fiscais à criação de postos de trabalho. 
(D) por diversificar as ofertas de formação inicial e por aumentar o número de horas de formação em contexto real de trabalho.

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CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS | EXAME 2012 FASE 2





GRUPO VI

O mapa da Figura 5 representa a distribuição das culturas hortícolas em Portugal continental, por região agrária.





1. Refira duas das razões que explicam a concentração da superfície ocupada com culturas hortícolas, representada na Figura 5, na região do Ribatejo e Oeste.





2. Mencione dois exemplos de atividades industriais que são incrementadas pela horticultura. Um dos exemplos deve referir-se a uma atividade a montante e o outro a uma atividade a jusante da produção hortícola.





3. Apresente duas das vantagens, para o sector agrícola, da criação de associações de produtores.





4. Explique de que forma a dinamização do sector agrícola em Portugal pode contribuir para equilibrar a balança comercial de produtos alimentares, considerando:
• a utilização de estufas; 
• o aumento da área de regadio.

CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR | EXAME 2012 FASE 2





GRUPO V

O mapa da Figura 4 representa a distribuição do potencial de aproveitamento térmico (PAT) da energia solar em Portugal continental. Para a determinação do PAT foram considerados os valores da média anual da insolação e da média anual das temperaturas máximas mensais, no período de 1941 a 1970.




1. Descreva a distribuição espacial do potencial de aproveitamento térmico (PAT) da energia solar em Portugal continental, representada na Figura 4.





2. Refira dois dos fatores geográficos que explicam a variação espacial do potencial de aproveitamento térmico (PAT) da energia solar em Portugal continental, representada na Figura 4.





3. Distinga radiação solar global de insolação.





4. Explique a importância, para Portugal, da energia solar, considerando:
• a redução da dependência energética;

CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | EXAME 2012 FASE 2





GRUPO IV

O gráfico da Figura 3 representa, em percentagem, a população da União Europeia a 25 (UE25) que, em 2004, utilizou a Internet pelo menos uma vez por semana.




1. De acordo com os dados da Figura 3, em termos relativos, foram
(A) os adultos com 35 a 44 anos, os desempregados e os que tinham nível de instrução média os que mais utilizaram a Internet. 
(B) os jovens com 25 a 34 anos, os empregados e os que tinham elevado nível de instrução os que mais utilizaram a Internet. 
(C) os jovens com 16 a 24 anos, os estudantes e os desempregados os que menos utilizaram a Internet. 
(D) os idosos, os desempregados e os que tinham menor nível de instrução os que menos utilizaram a Internet.


2. As áreas mais densamente povoadas apresentam, conforme o gráfico da Figura 3, maior percentagem de utilizadores da Internet, o que se deve, entre outros fatores,
(A) à maior facilidade em aceder aos serviços públicos e à maior expansão de redes móveis. 
(B) ao predomínio de habitações unifamiliares e ao elevado número de filhos por casal. 
(C) ao preço mais baixo de utilização das infraestruturas e à maior concentração de população idosa. 
(D) à maior qualificação educacional da população residente e ao maior investimento em infraestruturas.


3. O número de utilizadores da Internet em Portugal tem vindo a aumentar, devido, entre outras razões,
(A) à difusão das TIC no ensino e à redução relativa dos preços dos equipamentos informáticos. 
(B) ao predomínio do teletrabalho e ao crescimento do número de empresas de serviços. 
(C) à redução dos periódicos em papel e à vulgarização de sistemas de apoio online a idosos. 
(D) ao rejuvenescimento da população e à facilidade em encontrar ofertas de trabalho online.


4. A afirmação «a qualidade de vida da população tem melhorado significativamente com a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação» é
(A) falsa, porque as TIC diminuem a necessidade de deslocação a alguns serviços e diminuem o valor dos impostos quando pagos online. 
(B) falsa, porque as TIC reduzem a tendência de abandono dos campos agrícolas e fomentam o êxodo urbano. 
(C) verdadeira, porque as TIC promovem a difusão de inovações na área da saúde e facilitam o acesso a serviços públicos. 
(D) verdadeira, porque as TIC incentivam o convívio presencial entre os jovens e aumentam o controlo sobre a vida das pessoas.


5. O acesso a imagens de satélite, em articulação com sistemas como o GPS, é importante no processo de gestão do território, porque
(A) facilita a mobilidade das pessoas e aumenta as deslocações de técnicos ao terreno. 
(B) melhora o conhecimento do espaço e apoia as tomadas de decisão. 
(C) evita a ocorrência de riscos naturais e facilita a classificação dos solos. 
(D) permite monitorizar a qualidade do ar e impede a construção ilegal.

CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS | EXAME 2012 FASE 2





GRUPO III

          Depois de séculos em que a cidade foi um polo de concentração, assiste-se atualmente à inversão desta tendência, devido à importância das forças de desconcentração, e o urbano existe para além de quaisquer limites que se pretenda fixar. Citadinos pelo género de vida e pela atividade profissional podem viver relativamente isolados em habitat pouco denso (eventualmente em territórios com as características paisagísticas do mundo rural) e trabalhar na área central ou numa periferia urbana. Fábricas e centros comerciais surgem igualmente no meio de zonas rurais, tornando cada vez mais difícil e menos pertinente definir fronteiras e fixar limites.

Fonte: Salgueiro, T. B., «Problemas em torno de um conceito complexo», in Carlos Medeiros (coord.), Geografia de Portugal – Sociedade, paisagens e cidades, Vol. II, Círculo de Leitores, Lisboa, 2005 (adaptado)



1. O crescimento espacial das cidades a que se assiste atualmente, e a que o texto faz referência, corresponde à fase
(A) centrífuga, que se caracteriza pela saída de residentes das áreas centrais da cidade. 
(B) centrífuga, que se caracteriza pelo crescimento em altura no centro da cidade. 
(C) centrípeta, que se caracteriza pela ocupação de bons terrenos agrícolas à volta da cidade. 
(D) centrípeta, que se caracteriza pelo aumento da volumetria na periferia da cidade.


2. As «forças de desconcentração» referidas no texto são, entre outras,
(A) o preço baixo do solo na periferia e a reabilitação do parque habitacional do centro. 
(B) o congestionamento do tráfego nas ligações à cidade e a falta de equipamentos no centro. 
(C) o aumento de empregos no centro e a valorização do sector agrícola. 
(D) o preço elevado do solo no centro e a melhoria da rede viária.


3. A localização de centros comerciais nas periferias urbanas explica-se, entre outras razões,
(A) pelo preço mais baixo do solo e pela boa rede de vias de comunicação. 
(B) pela disponibilidade de mão de obra mais qualificada e pela facilidade de estacionamento. 
(C) pela concentração de fornecedores e pela existência de terrenos para se expandirem. 
(D) pelo reduzido impacte ambiental e pela oferta de uma boa rede de transportes públicos.


4. A ocupação, por citadinos, de áreas com fortes características rurais tem a designação de
(A) urbanização. 
(B) rurbanização. 
(C) reurbanização. 
(D) suburbanização.


5. Nas grandes cidades, a concentração de população e de atividades, a partir de determinado limite, origina
(A) economias de aglomeração, porque os custos das infraestruturas e dos equipamentos aumentam na razão direta do aumento da população. 
(B) deseconomias de aglomeração, porque a especulação imobiliária provoca diminuição no preço dos solos e da construção. 
(C) deseconomias de aglomeração, porque as infraestruturas e os equipamentos deixam de dar resposta às necessidades dos utentes. 
(D) economias de aglomeração, porque diminui a qualidade dos serviços disponibilizados à população da área urbana.